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24/10/2020 às 00h00min - Atualizada em 24/10/2020 às 00h00min

PM acusado de agredir vizinho em João Lisboa tem prisão decretada é e levado para o Quartel do 3º BPM

O sargento lotado no 14º BPM, Gilmar Antonio de Sousa, descumpriu medidas cautelares determinadas pela justiça

Dema de Oliveira
Sargento Gilmar Antonio de Sousa está preso no 3º BPM - Foto: Divulgação
O sargento da Polícia Militar Gilmar Antônio de Sousa,acusado de agredir o vizinho Abraão da Rocha, em João Lisboa, no mês de setembro, foi preso por descumprir medidas cautelares, como manter o distanciamento dos familiares da vítima e testemunhas. O policial está preso em uma cela no Quartel do 3° BPM em Imperatriz, após a justiça ter decretado sua prisão por tempo indeterminado, depois de uma denúncia de que ele estava intimidando testemunhas, no sentido de que modificassem a versão do caso. O delegado titular da Delegacia de Polícia Civil de João Lisboa, Eric Feitosa, confirmou a informação.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Imperatriz e está em fase de conclusão, dependendo apenas do resultado de alguns exames periciais para encaminhamento para a justiça.

Abraão da Rocha foi agredido brutalmente quando se encontrava em frente à sua residência, vizinha do policial, inclusive teria ficado com sequelas, pois corre o risco de perder a vista esquerda. O motivo da agressão foi fútil, pois o sargento Gilmar de Sousa ficou irritado porque a vítima acionou a buzina da moto, para que a esposa abrisse o portão.

A Justiça tinha determinado que Gilmar Antônio de Sousa cumprisse 90 dias de medidas cautelares, decretadas pela juíza Manuella Ribeiro, que atendeu solicitação do Ministério Público, feita pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de João Lisboa, Fábio Henrique Meirelles Mendes.

As medidas incluem proibição de manter contato com o agredido, familiares e testemunhas deste; a substituição das atividades de policiamento ostensivo por tarefas administrativas no âmbito da PM; a restrição do uso da arma de fogo da corporação nas dependências da PM; proibição de levar a arma para casa, além de manter contato com testemunhas.
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