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20/10/2022 às 00h00min - Atualizada em 20/10/2022 às 00h00min

Bastidores

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO Miranda Rocha FILHO, passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal.

Assédio eleitoral 

Ao final da sessão plenária de julgamentos desta quarta-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, destacou que o enfrentamento ao assédio eleitoral no ambiente de trabalho, em decorrência do período eleitoral é passível de punição. Moraes relatou que em encontro na tarde desta terça-feira com a ministra Cármen Lúcia, os ministros Benedito Gonçalves, Carlos Horbach e Sérgio Banhos, com o vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco e com o procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, foi apontada a preocupação com o tema durante o segundo turno das Eleições 2022. Segundo o presidente do TSE, os representantes do MP Eleitoral e MPT informaram o registro de mais de 430 representações sobre assédio eleitoral. Eles entenderam a necessidade de atuação conjunta entre a Justiça Eleitoral e o Ministério Público, com trocas de informações e inteligência. “Todos vêm acompanhando a questão não só do assédio, onde empregados que não votarem em determinado candidato ou votarem em tal candidato poderão perder o emprego, ou ainda, que a empresa vai fechar por causa disso”. Para o presidente do TSE, o combate às fake news se complementa com o enfrentamento ao assédio moral e eleitoral, e ao trabalho conjunto das instituições, possibilitando que o eleitor tenha liberdade plena na hora de votar. “Temos que banir esse absurdo. A eleitora e o eleitor devem poder, com a sua consciência, analisando as propostas que foram feitas, escolher o melhor candidato sem qualquer interferência ilícita. Reitero aqui que o assédio moral é crime, como tal será combatido e aqueles que praticarem o crime responderão civilmente, criminalmente e penalmente”, afirmou Alexandre de Moraes.

Murchando 

O PSDB não está se definhando apenas no Maranhão, onde sequer elegeu um candidato nas eleições de 2022. Em nível nacional a sigla também está se desmanchando. Na eleição deste ano, teve o pior resultado de sua história. Além do mais, vem perdendo nomes importantes, como o ex-governador Geraldo Alckmin, companheiro de chapa do candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E agora, o ex-governador de São Paulo, João Dória, anuncia sua desfiliação do PSDB, após 22 anos no partido. 

E…

No Maranhão, o único nome de expressão que o PSDB tem hoje é o ex-deputado federal e ex-prefeito Sebastião Madeira, que não fez nenhum esforço na eleição 2022 pelo partido. O senador Roberto Rocha caiu fora depois que o governador Carlos Brandão se filiou, no ano passado. Mas depois Brandão foi para o PSB. Hoje, a sigla está praticamente acéfala. Atualmente o comando estadual está com o pouco conhecido Inácio Melo.

Operação

Ontem, Caxias foi um dos alvos da “Operação Arconte”, realizada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União contra esquema de corrupção com recursos da Covid-19. O prefeito do município, Fábio Gentil (Republicanos), em nota disse que está colaborando com as apurações.
“Como gestor público que preza pela transparência e responsabilidade, estamos colaborando com as investigações junto à Polícia Federal, bem como a Controladoria Geral da União, na apuração concreta dos fatos ocorridos. Reitero ainda o nosso compromisso com a população, que sempre foi de total transparência para com a coisa pública”, disse o prefeito. Foram apreendidos cerca de R$ 200 mil. 

Sumiu!

Por onde anda o senador Weverton Rocha (PDT)? Depois das eleições de 2 de outubro, em que ficou em terceiro lugar na disputa pelo Palácio dos Leões, o senador sumiu. Pelo jeito, para ficar neutro na eleição presidencial no segundo turno. Weverton tentou o apoio de Lula, que preferiu o governador Brandão. Na verdade, o senador deu um tiro no pé, ao entrar na disputa. Não teve paciência de esperar a sua vez. Como o governador não poderá ser candidato em 2026, já que foi reeleito, Weverton poderia ter feito um acordo com Brandão e Flávio Dino para ser o candidato do grupo na próxima eleição. Mas preferiu chutar o pau da barraca e saiu arranhado. 
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