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21/05/2021 às 21h09min - Atualizada em 21/05/2021 às 21h09min

As brincadeiras de Lassie

Raimundo Primeiro
Foto: Raimundo Primeiro
 
 As imagens emocionantes. Para mim, as cenas da cachorrinha que esperou por dias na porta do hospital até seu dono ter alta, foram marcantes. E trouxeram-me a mente as cenas protagonizadas pela Lassie, a cadela lá de casa. 

Lassie continua aprontando. Antes, mordia tudo. De sapatos as roupas estendidas no varal, lá no quintal. Hoje, já adulta, insiste nas peraltices de crianças, aprontando mil e umas.
 
Apesar de travessa, Lassie lembra a cadela Boncuk: amiga, fiel, companheira. Sempre permanece ao nosso lado, quando estamos no quintal. Nas tardes de domingos, a cachorra, saltitante, corre para os diversos lugares da residência de dona Dina, a nossa mãe, baiana arretada!

Apesar de brincalhona, Lassie tem comportamento. Educada, obedece. Minutos depois, entretanto, refaz-se. E, subitamente, volta a correr, mostrando vigor, sinalizando querer brincar. Deita debaixo do canteiro de dona Dina. Ela, obviamente, fica brava. Entende, porém. Logo, esquece do acontecido. E a cadela volta à cena.

Na manhã da sexta-feira, 16 de abril, ela, como pressentindo que iria ser alvo de homenagem, posou para a fotografia. Não resisti! Uma fofura, pessoal! 

Não permaneci inerte. Dirigi-me ao computador com o propósito de concluir o texto publicado na edição de hoje do nosso O PROGRESSO, iniciado recentemente. O material havia sido postado, entretanto, dias atrás, em minha página, lá no Facebook, com a imagem de uma outra cachorra ilustrando-o.

Lassie estava no interior da casinha dela, no quintal da residência de dona Dina, ali no Centro de Imperatriz. Ela saiu, porém, tão logo chamei-a, vindo ao meu encontro, toda alegre; aliás, característica que tem marcado a presença de Lassie entre nós. Saiu imediatamente!

Lembro de algumas cenas da Lassie novinha. Foi crescendo, ganhando corpo e, igualmente, disposição. Cheia de energia, corria para todos os lados da casa. Subia no sofá, rasgava sandálias, sapatos. Com as roupas, quando caiam no varal, ela aprontava. Rasgava. Era demais!
 
A Lassie é demais! 
Concluo com a frase do escritor checo-francês Milan Kundera: “os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz”.

Sobre o nome
Lassie, a cadela da série de televisão, da raça Roug Collie, é uma personagem, criada pelo britânico Eric Knight em “Lassie Come Home” (no Brasil, “A Força do Coração”), publicado como conto na Saturday, Evening Post, revista semanal americana, em 1938. O livro foi transformado no filme Lassie Como Home, de 1943 pela MGM, com um cão chamado Pal no papel de Lassie. Foram coadjuvantes, os atores mirins Roddy McDowall, com 13 anos, e Elizabet Taylor, com 11. (Fonte: Wikipédia)

Olha a Lassie lá de casa, aí na fotografia, com a sua marca indelével de ser: simpatia (brincalhona)! Além de simpática (as vezes, late, quando não conhece a pessoa e/ou chega visita), ela é uma comilona.

Uma abençoada semana!

(Contatos: [email protected])

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