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08/11/2022 às 17h42min - Atualizada em 08/11/2022 às 17h42min

Livros & Leitura

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Da Redação
GB Edições

Quando Éramos Iguais: Memórias de uma Geração que Usou Kichute

Lançado pela Editora Noir, o livro “Quando Éramos Iguais: Memórias de uma Geração que Usou Kichute”, organizado pelo escritor Gonçalo Junior, promete resgatar a memória afetiva dos leitores que viram a popularização do calçado, famoso durante o regime militar. Junho de 1970. Copa do Mundo de Futebol no México. Brasil Tricampeão. Um ditador feroz apaixonado por futebol chamado Emílio Garrastazu Médici tira proveito da conquista. Um tênis tosco de borracha que imita chuteira chega às lojas, enquanto isso. É o Kichute, que se tornaria o calçado mais popular do país por duas décadas. Longe do horror que foi o regime militar (1964-1985), em que havia poucas opções de calçados para as crianças – Kichute ou Conga? –, esse livro é o retrato carinhoso, cativante e inesquecível de pessoas que cresceram entre as décadas de 1970 e 1980 com o Kichute nos pés. Meninos e meninas que o adotaram também como parte do uniforme escolar. Até nove milhões de pares chegaram a ser vendidos todos os anos em todo país. Um time de 54 pessoas de ambos os sexos, diferentes classes sociais e de escolaridade, entre 40 e 60 anos de idade, aceitou o convite para relembrar como foi correr, brincar, jogar bola, ir à escola ou à igreja com seu inseparável Kichute. São jornalistas, escritores, apresentador de TV, arquitetos, professores, cartunistas, donas de casa e vendedores que voltaram no tempo para lembrar a infância, com seus prazeres, tristezas e incoerências ou contrastes. O leitor terá altas doses de emoção nesse volume que é a história oral de um tempo em que um simples calçado, sem beleza alguma, fez todos parecerem iguais – ricos e pobres, negros e brancos, crentes e ateus. Uma época que podemos chamar de Geração Kichute. O livro tem 144 páginas.
 

Meu Chefe é um Pesadelo

Aposto que você também já teve um chefe terrível. Daqueles que tiram o sono, transmitem ameaça no olhar, reviram o estômago e dão até calafrios. Essa descrição fez com que a publicitária Marília de Castro transformasse suas frustrações profissionais, em especial a relação tóxica que vivenciou com alguns ex-chefes, em um livro. “Meu Chefe é Um Pesadelo”, da Editora Telha serve de alerta para quem sofreu (ou ainda sofre) esse tipo de assédio e também para quem ocupa posição hierárquica de importância no mercado, para uma autoanálise de sua postura no ambiente corporativo. De forma descontraída, a autora tenta mostrar através de suas desventuras profissionais casos reais pelos quais passou e como reagiu a tais ataques. Ela que sempre teve o sonho de viver da arte, abdicou dessa vontade para tentar uma carreira que a remunerasse melhor. Infelizmente “a conta não fechou”, pois, além de ter de lidar com a toxicidade das chefias, ela não reuniu forças para lutar pela mudança desse cenário. “Meu Chefe é Um Pesadelo” traz uma leitura curta, mas inspiradora, para servir de parâmetro sobre o ambiente de trabalho no qual o leitor está inserido. Seja você proletário, chefe de departamento ou empresário, entender as armadilhas que podemos cair no ambiente corporativo pode nos ajudar a driblar diversas saias justas. Para a autora, claramente, “um chefe desequilibrado é, acima de tudo, uma pessoa desesperada. Quando perde a linha, no fundo, sabe o quanto é incapaz e tem medo de estar fazendo tudo errado”. A “cultura do medo” que foi criada dentro das empresas é um inevitável reflexo do sistema em que vivemos, ou seja, do lucro a todo e qualquer custo; das desigualdades não apenas sociais, mas também hierárquicas. O livro tem 80 páginas.
 

O Mundo da Criança: Como Ajudá-las a Solucionarem Seus Próprios Problemas e Entenderem Suas Emoções

Uma obra atemporal que traz uma nova dimensão e um olhar respeitoso e afetuoso à criança e ao seu entorno. O livro “O Mundo da Criança: Como Ajudá-las a Solucionarem Seus Próprios Problemas e Entenderem Suas Emoções” tem por base a concepção da neurociência, educação e educação parental encorajadora. A coordenadora editorial da obra, Cristina Martinez reuniu nesta coletânea profissionais experientes abordando 31 temas diferentes e enriquecedores no processo do autoconhecimento, que permitirão ao leitor desenvolver um olhar diferente ao mundo da criança. Um convite para calibrar a sua própria balança a partir da construção coletiva de muitos olhares, construindo sua bússola interior, na qual o norte é a criança. Dentre os temas desta obra, estão: A criança pede socorro; o medo infantil; a importância da música na educação infantil; a formação da criança numa visão ayurvédica; confiança; as vivências da infância como molde para a vida adulta; os benefícios da mediação de conflitos no ambiente escolar; o cérebro precisa se emocionar para aprender; a criança, suas emoções e aprendizagem; escola ou babá? e agora, o que escolher? Ansiedade infantil: como tem afetado as crianças na pandemia; o que são as “birras” e como lidar com elas; os primeiros 1000 dias de vida; o ensino de libras; neuroplasticidade: como construir caminhos neurais com tecnologia e design de vida; e muito mais. Um convite para entender e compreender as potencialidades e sutilezas da infância e todo o seu desenvolvimento cognitivo-emocional, a obra publicada pela Literare Books International tem a finalidade de olhar para a criança, suas emoções e, assim, ajudá-las a entender seus próprios sentimentos. Aqui, o leitor encontrará subsídios de como construir pontes saudáveis de conexão e amor à criança, tendo um olhar carinhoso, respeitoso e empático. Da Literare Books, o livro tem 280 páginas.
 

Enfrentando o Câncer com Leveza

“Descobri que tinha câncer em 2014, durante as férias, em uma viagem à Alemanha. Mal sabia eu que estava de férias pra tratar da saúde... só não sabia disso ainda”. Foi dessa forma que Patrícia Figueiredo foi diagnosticada com câncer de mama infiltrado grau 3 aos 39 anos. Saudável, sem histórico de casos na família, a terapeuta se achava um perfil pouco propenso para sofrer com a doença. Eis que a vida lhe deu um duro golpe que a fez refletir sobre sua caminhada. Hoje, já curada após o tratamento e com uma série de mudanças em sua vida, Paty quer espalhar uma mensagem positiva e ensinar como fez para vencer o câncer. Seu livro “Enfrentando o Câncer com Leveza”, publicado pela Paco Editorial é uma forma de atingir mais pessoas e ensiná-las a encarar a doença. A obra responde, de forma leve e cuidadosa, a várias perguntas que surgiram na cabeça de Patrícia quando o diagnóstico positivo caiu no seu colo. “Como será minha vida daqui pra frente?”; “Vou sobreviver?”; “Quando fizer a quimio e ficar careca, como vou reagir?” foram alguns dos fantasmas que a assombraram. Foi então que tomou a decisão de olhar para si como prioridade e largar a vida de “piloto automático” para sempre. Em “Enfrentando o Câncer com Leveza”, Patrícia Figueiredo ensina exercícios que aborda com suas mentorias em grupo e individuais de como enfrentar o câncer com a leveza necessária e a nova perspectiva de vida que o diagnóstico traz para a pessoa. Suas pacientes oncológicas passam por jornadas de cura física, mental, espiritual e emocional através da adoção de “hábitos anticâncer” eficazes para minimizar os efeitos colaterais do tratamento. Nada pode ser esquecido no processo e, esse livro, também tem por objetivo atingir mais camadas e pessoas que por qualquer motivo não consigam ter esse contato mais próximo com a terapeuta.

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