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23/09/2022 às 19h14min - Atualizada em 23/09/2022 às 19h14min

Vistoria de técnicos da Caixa Econômica é mais um passo na construção do aterro sanitário

Trabalho foi realizado na manhã desta sexta-feira, 23

Gil Carvalho
Ascom
Equipe no momento da visita à obra no povoado Lagoa Verde - Foto: Assessoria
 
Técnicos da Caixa Econômica Federal realizaram na manhã desta sexta-feira (23) vistoria para a primeira medição da construção do aterro sanitário de Imperatriz, localizado na margem da BR-010, no povoado Lagoa Verde. A empresa Tecnologia Ambiental em Aterros Sanitários (Tecnal), vencedora da licitação feita pela Prefeitura, é a responsável pela obra. O empreendimento é da ordem de R$ 10.713 milhões.

Os engenheiros civis Pedro Henrique e Francisco Antônio, da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinfra), acompanharam os técnicos Adenilson Nogueira da empresa Suporte Engenharia, terceirizada da Caixa Econômica, e a Iva, gerenciadora de obras, da empresa Darcos.

O aterro, o primeiro a ser público do Maranhão, está sendo construído em uma área de mais de 76 hectares, e será um dos mais modernos do Brasil. A obra inclui a construção de trincheiras (valas cavadas no solo); galpão para o centro de triagem de material [setor de reciclagem] que será equipe com prensa, bags e esteira.

Além disso, o aterro sanitário disporá de uma oficina para manutenção das máquinas que serão utilizadas de forma permanente, como por exemplo, trator de esteira e carregadeira para o pleno funcionamento do aterro sanitário. Também vai ser construído o setor administrativo com sala para capacitação e estudo ambiental.

O projeto prevê ainda a instalação de balança coberta [modelo rodoviário], guarita padronizada e vias com pavimentação asfáltica para tráfego de caminhões nas dependências do aterro sanitário de Imperatriz. "Os resíduos serão depositados nas 'células' que terão dispositivos de drenagens para escoamento na lagoa de estabilização de chorume que receberá tratamento, evitando contato com o solo que será revestido por uma manta especial para protegê-lo", explicou o engenheiro Francisco Antônio. 

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