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21/10/2020 às 00h00min - Atualizada em 21/10/2020 às 00h00min

Rodovia Carne de Sol

Notícias do Agro

E para facilitar o deslocamento de pessoas e o escoamento da produção, o governo do Pará pavimentou e sinalizou a rodovia Carne de Sol, na divisa com o Maranhão, para integrar o sudeste do Pará
Integrar as regiões e oferecer segurança e rapidez ao deslocamento da população e ao escoamento da produção do sul e sudeste paraense. Com esse objetivo, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Transportes (Setran), entregou dia 8 de outubro as obras de pavimentação da rodovia municipal Ricardo Fernandes da Silva, mais conhecida como vicinal Carne de Sol, no município de Abel Figueiredo.
O trecho construído liga a Rodovia BR-222, no Pará, a São Pedro da Água Branca, no Estado do Maranhão – e dali com o nordeste do Brasil -, passando pela localidade Carne de Sol. 
A via, agora denominada rodovia municipal Ricardo Fernandes da Silva, por meio da Lei Municipal 246/202, é estratégica para o sul e sudeste do Pará, com seus 8,5 quilômetros de extensão. A pavimentação foi realizada por meio de convênio firmado entre a Setran e a Prefeitura de Abel Figueiredo.
Para o comerciante Elso Ribeiro, 52 anos, a pavimentação vai trazer qualidade de vida e desenvolvimento à região. “Antes, se gastava cerca de uma hora de Carne de Sol para o Maranhão. Agora vou gastar 15 minutos. Moro aqui desde 1972 e nunca pensei que fosse ver essa estrada asfaltada. Vai ficar bom para todos que dependem dessa ligação. 

Helder Barbalho

“Essa é uma obra importante não apenas para Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins, mas sim uma nova interligação do Pará com o Maranhão, facilitando a vida das pessoas, integrando o Estado, garantindo segurança para aqueles que trafegam, escoando a produção e diminuindo o custo do escoamento dessas cargas. Portanto, são compromissos que reafirmam a presença do governo que está trabalhando em todas as regiões para o Estado se desenvolver”, destacou Helder Barbalho, que entregou a obra à população seis meses antes do prazo previsto.


Pará chega quarto lugar na produção de bovinos do Brasil

Na quarta-feira, dia 14 de outubro, foi comemorado o Dia Nacional da Pecuária. E aqui no Pará não faltam motivos para celebrar a data, já que o Estado tem o quarto maior rebanho bovino do país, com quase 22 milhões de cabeças, e o primeiro bubalino com 556 mil animais, segundo dados da última campanha de vacinação da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). 
Além disso, o Estado caminha para a suspensão da vacina contra febre aftosa, seguindo as diretrizes do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no Pará.

Dia Nacional da Agricultura

E no Dia Nacional da Agricultura, 17 de outubro, o Estado do Pará também ganha destaque nos cultivos de mandioca, cacau e abacaxi
Com mais de 1,2 milhão de quilômetros quadrados de área, o Pará é um estado continental. Uma dimensão que, nas últimas décadas, vem se traduzindo em destaque nacional no aproveitamento de áreas cultivadas e na produção agrícola. Em 17 de Outubro – Dia Nacional da Agricultura -, o Estado teve motivos para comemorar, por exemplo, a liderança na produção de açaí e dendê, respondendo por 90% do volume nacional. O Pará também se destaca no país no cultivo de mandioca, cacau e abacaxi.
Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção agrícola do Pará em 2019 coloca o Estado no patamar de maior produtor nacional de mandioca, com 3,7 milhões de toneladas, abacaxi (312 mil toneladas) e cacau (129 mil toneladas).
As maiores colheitas de mandioca, abacaxi e cacau foram nos municípios de Cametá (545 toneladas), Conceição do Araguaia (256 mil toneladas), e Altamira (991 toneladas).
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Hugo Suenaga, esses números resultam de planos estratégicos e de valorização do setor agrícola em todo o Pará. 

Açaí

No país, a produção de açaí atinge R$ 30,2 milhões, dos quais o Pará responde por R$ 28,8 milhões. São 2,8 milhões de toneladas do fruto, dos 3 milhões produzidos em todo o Brasil. Ainda segundo o IBGE, o Pará é líder absoluto na produção de dendê. O volume nacional é de quase 2,6 milhões de toneladas – sendo 2,5 milhões oriundos do território paraense.
Outras culturas, como a soja, representam grandes potenciais para o agronegócio paraense. A cada ano, sobe o número das áreas plantadas com soja, o que pode levar o Pará a ficar entre os quatro primeiros colocados no País nesta cultura.
A agricultura do Pará tem um papel muito importante na economia brasileira. A exportação de citros é significativa, por atingir outros estados e países, incluindo a União Europeia. 
Realmente o Pará é rico em muitas culturas, além de ser o maior produtor de minérios do país. 
Estes assuntos e mais a música de Alessandro Sax estarão em destaque no Conexão Rural do próximo fim de semana. O programa pode ser assistido pelo portal do jornal O Progresso, de Imperatriz (MA). (Com informações da Agência Pará).

​Produtores de leite fazem greve no Pará

Produtores de leite do sul e sudeste do Pará, insatisfeitos com a baixa do preço pago pelos laticínios, estão fazendo greve e deixaram de entregar o produto às indústrias paraenses. Eles pararam de fornecer leite desde o dia 15 de outubro.
Na segunda-feira, dia 19 de outubro, integrantes da Comissão Regional dos Produtores de Leite do Sul e Sudeste do Pará se reuniram em Marabá, no sudeste do Pará, para discutir a situação do movimento.
Os produtores reclamam que o preço do lite baixou de R$ 1,70 para R$ 1,50 em outubro, com possibilidade de reduzir esse valor mais ainda em novembro. “Dessa forma a situação fica inviável para os produtores de leite”, afirmou o produtor rural Carlos Magno Gomes, da Fazenda Fortaleza, em Rondon do Pará.
O diretor do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado do Pará, Sindileite, Antônio Mauro Freire, de Marabá (PA), disse que “a queda do preço do leite não é culpa de laticínios, porque eles não regulam o mercado”. 

Fotos:  Marcos Santos  - Agência Pará

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