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25/02/2021 às 00h00min - Atualizada em 25/02/2021 às 00h00min

GPE prende acusado de tentativa de feminicídio em Imperatriz

Júnior Martins foi preso na manhã desta quarta-feira em uma fazenda no Camaçari

Dema de Oliveira
Júnior Martins foi preso em uma fazenda no Camaçari - Foto: Arquivo/O PROGRESSO
A Polícia Civil, por meio do Grupo Emprego (GPE), com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), prendeu na manhã desta quarta-feira (24) o homem identificado por Edson Martins Junior, 33 anos, acusado de tentativa de feminicídio, cuja vítima foi a ex-companheira, de nome Deilane. O crime aconteceu quinta-feira da semana passada, dia 18 de fevereiro, na Vila João Castelo, periferia de Imperatriz. Deilane e Júnior já estavam separados e quando foi buscar os pertences dela na kitnet onde residiam, na Vila João Castelo, foi surpreendida pelo ex-companheiro, que aplicou-lhe 15 facadas. Deilane foi  levada para o Socorrão, onde ainda se encontra, mas segundo informações, não corre risco de morte e está se recuperando. 

Júnior Martins, como é conhecido, foi preso em uma fazenda na região do Camaçari, a 9 km de Imperatriz. Ele ainda tentou empreender fuga, quando percebeu a presença da polícia, se embrenhando no mato, entretanto, foi localizado por policiais do helicóptero do Centro Tático Aéreo (CTA), que foram no apoio.
 
Júnior Martins foi conduzido para a Delegacia Regional de Polícia Civil em Imperatriz, onde os policiais do GPE cumpriram o mandado de prisão em seu desfavor, emitido pela Central de Inquéritos da Comarca de Imperatriz. Júnior Martins foi indiciado por tentativa de feminicídio qualificado e pode pegar até 12 anos de cadeia. Se denunciado pelo Ministério Público, vai ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri. 

Depois de tomar ciência do mandado de prisão e ser ouvido pela autoridade policial de plantão, Júnior Martins foi levado inicialmente para o Instituto Médico Legal (IML), onde foi submetido a exame de corpo de delito, e em seguida levado para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz (UPRI), ficando à disposição da justiça.

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