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23/02/2022 às 19h55min - Atualizada em 23/02/2022 às 19h55min

Suspeito de homicídio no Parque Santa Lúcia é preso pela DHPP

O mandado de prisão temporária de 30 dias foi cumprido nesta quarta-feira

Dema de Oliveira - Jornal O PROGRESSO
Ítalo Gabriel foi alvejado com vários tiros e morreu no local - Foto: Arquivo/O PROGRESSO
 
O crime de homicídio de que foi vítima Ítalo Gabriel Sousa da Silva, de 21 anos, aconteceu no dia 4 de outubro de 2021. 

O jovem saía de um clube no Parque Santa Lúcia, ocasião que foi assassinado a tiros, e as investigações da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que N.P.C. foi o autor do crime.

Segundo o que foi apurado, a vítima tinha chamado um motorista de aplicativo e entrou em outro carro, que não era o solicitado, e sim o carro em que estava o autor do crime, confundindo os veículos. Então o autor desceu do veículo, segurou Gabriel pela camisa e atirou contra ele várias vezes.

A prisão, inicialmente temporária de 30 dias, foi cumprida em desfavor de N.P.C. por meio de uma equipe de capturas da Delegacia de Homicídios de Imperatriz (DHPP), na manhã dessa quarta-feira (23).

O suspeito foi levado para a sede da DHPP e depois de ser ouvido, foi comunicado do mandado de prisão, logo após passou pelo Instituto Médico Legal (IML) e de lá foi levado para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz, onde se encontra à disposição da justiça. As investigações seguem e o suspeito poderá ter sua prisão temporária transformada em preventiva. 

Um outro mandado de prisão, desta feita preventiva, foi cumprido ontem em desfavor de um mecânico de lanternagem em Imperatriz. Ele é suspeito de assassinar a tiros um cliente, após desentendimento por um serviço de lanternagem que não teria ficado do gosto da vítima. 

O crime aconteceu em 2014, na residência da vítima, que trabalhava em uma empresa prestadora de serviços para uma fábrica de papel e celulose da cidade, localizada na Rua Pernambuco, Nova Imperatriz. 

O dono do carro havia sustado um cheque de R$ 1,800,00, pago ao mecânico porque não achou que o serviço ficou bem feito, e por isso se desentenderam, acontecendo o crime.

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