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28/04/2021 às 00h00min - Atualizada em 28/04/2021 às 00h00min

Coluna do Lima Rodrigues

Brasil habilita 136 estabelecimentos de produtos de origem animal para exportação no primeiro trimestre

No primeiro trimestre de 2021, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) habilitou 136 estabelecimentos sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF) para exportar produtos de origem animal para países com exigências específicas. A ação representa o crescimento do Brasil no mercado internacional.

Neste mesmo período foram abertos seis novos mercados para exportação de produtos de origem animal e três para exportação de produtos para alimentação animal. Um total de 20 certificados sanitários também foram acordados com os países para atualização de modelos vigentes e para abertura de mercados.

Ainda sob estado de emergência em saúde pública, em decorrência da pandemia causada pela Covid-19, o Mapa vem mantendo suas atividades essenciais em funcionamento para assegurar a oferta de alimentos seguros para o Brasil e para o mundo.

Registro de estabelecimentos

Em 2021 foram concedidos 27 registros de estabelecimentos de produtos de origem animal para atuarem sob fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF). O tempo médio de análise dos processos de registro de estabelecimentos foi de 11 dias.

Na área de alimentação animal foram concedidos 619 registros de estabelecimentos, incluindo a migração de registro de estabelecimentos para o Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro). O tempo médio para análise dos processos de registro desses estabelecimentos foi de 43 dias.

Atualmente, estão registrados no SIF 3.320 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados. Além de 2.415 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal que já estão com registro no Sipeagro.

Registro de produtos

Foram concedidos automaticamente registro para 24.359 produtos de origem animal nos primeiros meses de 2021. Também foram analisadas 2.534 solicitações de registro de produtos, com tempo médio de análise de 3 dias.

Na área de alimentação animal foram deferidas 251 solicitações de registro e 582 cadastros de produtos para alimentação animal.

Certificação sanitária

Em relação à certificação sanitária, que assegura que os produtos e os sistemas de produção atendem a todos os requisitos acordados com os países para os quais o Brasil exporta seus produtos de origem animal, foram emitidos no primeiro trimestre 80.934 Certificados Sanitários Internacionais (CSI), 24.634 Certificados Sanitários Nacionais (CSN), 2.347 Guias de Trânsito (GT) e 78.269 Declarações de Conformidade de Produtos de Origem Animal (DCPOA). O tempo médio para emissão de certificados sanitários foi de 27h25.

Licenças de importação

O Mapa analisa previamente as solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se os produtos são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias, visando conferir mais segurança no controle oficial sobre os produtos importados que serão consumidos pelos brasileiros.

Em 2021 foram analisadas 14.209 solicitações de LI, sendo em média 87% deferidas. O prazo estabelecido em legislação para as análises de LI é de 30 dias, porém o tempo médio de análise está atualmente em 4 dias. (Fonte: Ministério da Agricultura).

Vacinação contra febre aftosa será destaque no Conexão Rural

O programa Conexão Rural (TV Web O Progresso) do próximo fim de semana trará como destaque a primeira etapa da campanha contra a febre aftosa que será realizada 1º a 31 de maio em quase todo o Brasil.

Em entrevista exclusiva, diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Jamir Macedo, fala sobre a campanha de vacinação contra a febre aftosa no estado. Hoje, o Pará tem cadastrado o número de 22.371.788 milhões de cabeças de gado. Mais de 60% de todo o rebanho paraense tem idade acima de dois anos, em aproximadamente 103 mil propriedades.

No Brasil, deverão ser imunizados 170 milhões de animais
Nessa etapa deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento espera imunizar cerca de 170 milhões de animais.

Dos 21 estados que realizam a imunização dos animais neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não suspenderam a vacinação, enquanto no Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Declaração

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

O Ministério da Agricultura reforça que devem ser adotadas medidas de cuidado com a Covid-19 para a garantia da manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Em caso de dúvidas, a orientação é procurar o órgão de defesa sanitária animal de seu estado. (Fonte: Ministério da Agricultura).

Tilápia não ameaça espécies nativas e contribui para geração de renda e alimentos, de maneira sustentável, aponta artigo da revista Science

“A tilápia não deve ser considerada ameaça para os peixes nativos, mas uma alternativa socioeconômica para o desenvolvimento do Brasil como país fornecedor de proteínas animais”. Esta afirmação é dos autores do trabalho “The wayofenvironmentalregularizationonTilapiafarmed in neotropical reservoirs in Brazil” (A forma de regularização ambiental da tilápia cultivada em reservatórios neotropicais no Brasil), publicado em 14 de abril de 2021 no site da revista Science.

 O texto, assinado pelo prof. Bruno Olivetti Mattos, do Departamento de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e contribuição do prof. Marcos Ferreira Brabo, da Universidade Federal do Pará; prof. Eduardo Antônio Sanches e o estudante de PhD Ricácio Luan Marques Gomes, ambos do Departamento de Engenharia de Pesca e Aquicultura e Centro de Aquicultura da Universidade de São Paulo; e Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), rebate, com argumentos científicos, a e-letter publicada no site da Science em janeiro de 2021, que colocou a tilápia como uma ameaça aos peixes nativos no Brasil. (Texto Comunicação – SP).

Juraíldes da Cruz

O Conexão Rural traz como atração musical no próximo fim de semana o premiadíssimo artistagoiano-tocantinense Juraíldes da Cruz, 66 anos, radicado em Goiânia há mais de 50 anos. Ele é cantor, compositor e músico de muito talento. Juraíldes da Cruz nasceu na cidade Aurora do Norte, Goiás, hoje estado do Tocantins.
 
Fique em casa. Se sair, use máscara. Vacina Sim.
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