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15/10/2022 às 00h00min - Atualizada em 15/10/2022 às 00h00min

OS FATOS PÚBLICOS E NOTÓRIOS

CLEMENTE VIEGAS

CLEMENTE VIEGAS

O Doutor CLEMENTE VIEGAS e advogado, jornalista, cronista e contesta o social.

 
O vigente Código de Processo Civil, na interpretação do seu art. 374, I e IV, estabelece: “os fatos notórios não dependem de prova”. Numa segunda assertiva, o mesmo dispositivo estabelece que: “não dependem de prova os fatos em cujo favor milita presunção legal de existência”.

Nesse diapasão, a mim, parece que o Código anterior era mais incisivo e mais objetivo, e de melhor redação, quando dizia: “os fatos públicos e notórios independem de prova”.

Quer mais notoriedade do que os Sete de Setembro? Do que as multidões da Esplanada? Das motociatas? Das multidões do Sul, do Norte, do Nordeste? Centro Oeste? Minas?  E tudo o mais. E do grito popular? Ou então a lei é uma ficção? Uma palavra morta?

Donald Trump, americano, invocando tais presunções e notoriedades, morreu na praia e acabou falando só. E então, se o sistema lhe diz que o ferro é ouro, então o ferro é ouro. Esse mesmo sistema também lhe diz que o errado é que está certo e o certo é que está errado. Daí dizer-se que “o sistema é perverso”. E ai de quem contrariar o sistema. Ai de quem... Taí o Celso Daniel e outros tantos. Sim: outros tantos...

 

SABE VOCÊ AQUELAS MENSAGENS?

Sabe você aqueles áudios que circulam pela internet? O cara dizia: “Não adianta botar água e mais água, se o balde está furado”. Ele se referia a uma deusa eleitoreira: A URNA ELEITORAL.
 

SANTO DE BARRO E CAIXA PRETA

De velhos tempos, na sátira, costumava bradar o locutor: “Devagar com o andor que o santo é de barro”.  Hoje eu vejo um santo de barro por aí e me lembro da velha sátira: “Devagar com o andor que o santo é de barro”. Outra coisa: CAIXAS PRETAS foram feitas para serem abertas, para que se desvende o segredo (o enigma, as interrogações) de um DESASTRE. E então que se abram as CAIXAS PRETAS. E as “caixas brancas”, também.
 

FUTEBOL & POLÍTICA

Assim como na POLÍTICA, torça pelo seu TIME, é direito seu. Coisa do seu íntimo, da sua índole. Da sua vocação pessoal.  E até do seu vesgo. Também suporte as suas frustrações. Mas não mate nem morra por causa do seu TIME. Afinal, o jogo passa, os gritos passam (com o vento, até). Até o time passa. E você? Você precisa estar vivo par ver outros jogos, para torcer nas arquibancadas ou nas gerais de cara para o sol ou debaixo de chuva. E até para ficar chiando que o ingresso está caro; que o jogo não valeu a pena. Para dizer que o adversário “venceu, mas não convenceu e tudo perna de pau”. E até para dizer que o JUIZ ROUBOU na falta, no impedimento, no pênalti. E depois você é que sai por aí vestindo a (mal)dita camisa do seu time. Chega de tolice. Chega de “politiquice.” (Viegas-adv-Itz-MA.)*
 

 “ALEA JACTA EST”

Tradução do latim: “A sorte está lançada”. A frase foi proferida por Júlio César ao atravessar o Rio Rubicão com sua legião de seguidores no ano 49 a.C.  (faz 2.071 anos).

Por aqui, até parece que “a História se repete: “A SORTE ESTÁ LANÇADA”. Na história, Júlio Cesar foi assassinado por uma conspiração oriunda do SENADO, na Roma antiga.

 

Imperatriz antiga:

Na Imperatriz antiga, haviam determinadas pessoas que faziam questão de se identificar: chapéu preto, roupa preta, bota, estilo “caubói, sei lá o quê”. Eram os “nossos pistoleiros”, amistosos e solícitos até - que palitavam os dentes pelas ruas, à luz o dia. Quem viveu há de lembrar. Pena que o nosso mais ilustre historiador, o DR. MOREIRINHA, não está mais entre nós. Com a palavra, meu amigo NELSON BANDEIRA, o guardador e usuário da palavra “DEGUSTAR”.
 

MEMÓRIA DE JUSCELINO KUBTSCHECK:

Juscelino era um inveterado pé de valsa. Dona Sara sofreu infeliz com essas incursões e aventuras do marido famoso. Convidado para paraninfar uma turma de normalistas, em Minas, lá se vai Juscelino. Pegou uma formanda e lá se vai um traçado pra cá, outro traçado pra lá e, ao final entregou-lhe à sua partner de ocasião, um cartão com um verbo: ”Se precisar de mim, tai o meu cartão”. Dias depois a dançarina, nervosa e com uma abertura do tipo: “Lembra-se de mim?”, aventurou-se em pedir um emprego ao Presidente. Pedido atendido, na hora!!!

* Viegas interpreta e questiona o social
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