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26/09/2020 às 00h00min - Atualizada em 26/09/2020 às 00h00min

AS VARIANTES DO TABULEIRO POLÍTICO


Seu menino! Pense num tabuleiro que vai sendo mexido remexido na tormentosa estação do ano com o pleito eleitoral que se avizinha para prefeito e vereadores!

Para começo de história, tem mais de uma dezena de competidores, brigando pelo voto, para ser prefeito da maior cidade do Maranhão (Imperatriz).

Muitos já foram e estão voltando. Outros com mandatos, também, disputando, movimentando-se, fazendo sair, ou saindo da posição original, para ser vice-prefeito de outro que já foi – as variantes.

Os políticos chamam isso de dinâmica do vai e vem, de acordo e muito animado com a política majoritária.

O atual mandatário do município indicou e/ou indicaram para ele outro candidato a vice. Desprestigiando o seu atual vice, eleito, com mandato até janeiro de 2021.

Agora veja a extensão dessa cerca de arame farpado. O vice do prefeito em exercício, pela lei eleitoral, continua sendo vice. E é vice-candidato de um então prefeito de 8 anos de mandato...

Naquele momento e por último, o seu vice, era um pastor evangélico; agora, repentinamente, o seu vice é um apóstolo, também, evangélico. Qual a diferença entre os dois?

O Pastor Evangélico: É ministro da religião (protestante), como orientador espiritual tal qual como a do gestor atual.

O Apostolo: Significa aquele enviado, mensageiro, para proclamar as boas-vindas, ou seja, mandado em missão e, se predispondo, se eleito for, como vice de outro antagonista.

O angu desse caroço, tudo leva a crer, que o candidato com simbologia de um vegetal influente, está tendencioso a ser amanhã um grande “presbítero”, pois sua carreira política demonstra um temor a Deus, com isso, está submisso a uma divindade de culto religioso.

É gemendo sob o peso dos pecados a vós recorro ó Deus Santo! Clemencia eleitoral. O eleitor vai julgar o vosso clamor.

A situação conflituosa está por vir. O vice que saiu para ser vice e que continua vice-prefeito, tem que dar uma explicação à sociedade e aos eleitores que votaram nele nas últimas eleições os motivos dessa separação.

Assim com igualdade de causa, o prefeito em atividade que tem, ainda, como companheiro o seu (vice), deve-se pronunciar sob o mesmo aspecto que culminou, intempestivamente, com o atual divórcio. 

Pelo jeito que as coisas estão desenhadas, vão abrir o “jacá” cheio de pecados, misturados com ações profanas, temporal, precisando de muita reza...

É Madeira de dar em doído...haja ladainha e lenga-lenga...

Muita prece para afastar os maus fluidos ... é recomendável, uma boa defumação com ervas, como: abre-caminho, alecrim Ipê roxo etc., é a vegetalidade querendo crescer.

É como os entendidos da política falam: lenha na fogueira é que não falta nos comentários políticos, não só nas redes sociais como também nas rodas que se acham articuladores.

Maquinar sua imagem (exemplo) de um inconfidente poderá deslizar e não mais se levantar para alcançar a vitória nas urnas.

Há maior enxurrada de candidatos são para vereadores. 

Seria muito bom que a maioria entendesse que: “o vereador não é despachante, eleito para fiscalizar”.

- Como o futuro político dependerá daquilo que se faz no presente...

Despeço-me raciocinando que: Nada engasga gato tanto numa campanha eleitoral quanto o bordão de quem busca o voto. 

                      Louvado seja Deus!
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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