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21/05/2022 às 00h00min - Atualizada em 21/05/2022 às 00h00min

A HORA DA PSEUDOLALIA...

BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

 
Você tem à ideia de que seria o significado dessa palavra “PSEUDOLALIA”?

É simples a resposta: mente-por-mentir sem um objetivo específico.

A coletividade está emperrada desse tipo de gente, que usa dessa função morfológica de vocábulos para viver bem com a vida...

Mas tem uma classe, com suas devidas exceções, certificada e diplomada para usar sempre esse substantivo feminino de “mentir” nos momentos áureos de suas carreiras políticas.

O Político Brasileiro!

- Por que é tão desgastante falar do homem público com os mesmos níveis de estresses?...

- Pior de tudo, que essa ciência pública normativa de república em torno do poder do Estado e entre Estados e Municípios, faz parte da vida da coletividade.

- Na realidade a política é o desafio de conviver com as divergências. Infelizmente!

A hora que estar próxima de chegada das eleições/22; onde os eleitores irão assistir por todos os meios de comunicação disponibilizado no país a pseudolalia-política, quando candidatos mentem compulsivamente.

Também conhecida de Mitomania...

Das rodas de mentiras existentes no solo da pátria querida, a pior, é a mentira-patológica, que tem duas variáveis: Ocultação e Falsificação. Para no final tirar vantagens sobre os outros.

Com mais um adendo: é das piores das mentiras porque ele afeta o mentiroso e a sua vítima que é o eleitor

Como observador: das promessas feitas, quantas delas o político eleito cumpriu? Aqui no Estado do Maranhão, insigne criatório dessa autêntica espécie?

A cidade de Imperatriz é de tão baixa imunidade representativa, que não tem um representante [eleito] para a esfera federal que a represente.
 
O que tem, é suplente e, por impedimento de seu titular, que hoje é prefeito da capital; assumiu essa vaga deixada por acaso.

Caso contrário não teria. E olhe, este município está oscilando de 180 a 200 mil eleitores... que falta de ressonância e engajamento é esse?

Será que é necessário não copiar, mas, criar uma expressão política regional como o slogan “Descaso como terceira via”?...

- Vem do comportamento próprio do postulante, que não se importa, que não dá atenção, que age com indiferença... aqui é sui generis!  

No Brasil já tem a “Terceira Via” – como brasileiro nunca cria e sempre [copia]....

Essa exteriorização vocabular veio do partido trabalhista “Britânico”. É pouco ou quer mais!

O projeto político daqui é empurrar de goela abaixo – impor a contragosto.

Os que são os políticos?

Tem o poder de formar opinião pública.

Não temos esse tipo de representante que manipule e influencie o juízo de valor de um determinado grupo em favor de uma ideia não.

Apesar de Imperatriz ter sida evoluída através de um processo emigratório aliado com a heterogeneidade a toda prova – diferença, diversidade e pluralidade de votos.

Todavia, em ano eleitoral, um amontoado de candidatos sem nenhum compromisso de liderança flutuam. Contrariando seu próprio gesto.

Até porque não fizeram o usufruto de que ter este conceito elegível.   

Trazendo nos finalmente, um dividendo de votos, e não elegendo ninguém... com isso, a cidade continuará novamente com o “pires na mão” pedindo favor de outros representantes no estado e de municípios insignificantes com o nosso.  

Enquanto não houver o chamado consenso político entre todos os suplicantes e grupos partidários... Imperatriz continuará encalhada para sempre.

Me dou por satisfeito – hoje...

 Até à vista!
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