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10/07/2021 às 00h00min - Atualizada em 10/07/2021 às 00h00min

O QUE É SER AUDITÁVEL?...

 

Por que essa “question”?...

Talvez seja, hoje, a “meme” em liberdade de expressão mais usual no compartilhamento da informação vulgar nas cercanias da capital da república brasileira.

Sabe onde está arraigado?

No panorama político partidário.

Como resposta: auditoria do processo de exame e validação de um sistema – se está correto - comprovação de seu compromisso; neste caso, supostamente, o voto que é dado pelo eleitor.

Nesse interim, tem duas vertentes: uma na busca de que haja o comprovante no caso de dúvida quanto ao sufrágio...

Do outro: deseja que continue hesitando quanto ao poder de enganar através de artimanhas, fraudar, intrujar, lesar engrampar o imbróglio eleitoral vigente.

Será que a democracia brasileira nasceu cadavérica e vai se desmanchar pelo fundo igual “cofo” velho?

Até quando vamos acreditar aceitar e ficar convencido da veracidade política instituídas de boas intenções?...

Sem o “voto” do eleitor o político não é ninguém nesse cenário. Claro!

Por que certos evidentes divergem dessa caracterização de ação ou inquirição?

A comprovação é um direito elementar de cidadania... qual o mal que causa de não expedir o probatório? Vide o cartão de crédito! Loterias!

Essa condicionante (se) prova que existe fragilidade no equipamento eletrônico. Por que não aceitar aditar? Autenticação!

Pra que tanta cantilena em vez de ter um adereço capaz de testar sua veracidade? Ou não permanecer com o funcionamento oculto?

O que era dúvida. Agora é certeza.

Muitos desses protagonistas vivem em plena “maracutaia”. A CPI que o diga!

Essas urnas eletrônicas são iguais a raquete de matar “muriçoca”, queimou a resistência pode jogar fora. Só aproveita o disquete que pode ser alterado tecnicamente.

Os hermeneutas do TSE assegura que não tem como recorrer sobre qualquer dúvida existente com esse tipo de equipamento (descartável).

O mais interessante, que o antagonista ao pleito vindouro está escondido no seu arcabouço e, ainda, com a maioria de intenção de votos sondado (???)... está desmanchar-se todo.

Contudo, ainda não teve a coragem em pegar um sereno popular para configurar esse índice de aprovação.

Mas não aceita, não concorda, não admite que o “voto” tenha comprovação impressa. Será por quê?

Isso tem sambarilove!? A consciência do atraso!

Lembre-se: O político emana do povo e em seu nome o mandato será exercido.

Como as coisas mudaram!...

Antigamente, se faziam muitos negócios no fio do bigode.

Tinha que ter na cara, além da barba, VERGONHA!!!!

Ó mestre, até quando esse fisiologismo do “Toma lá, dá cá” vai ter fim?!

Desde que o dito contrário à boa lógica, à razão como contrassenso...

Deus! Esconde-nos à sombra de tuas asas.
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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