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03/08/2021 às 19h14min - Atualizada em 03/08/2021 às 19h14min

Corregedoria da PM-MA abre processo disciplinar contra Adonias Sadda

Policial pode ser expulso da corporação por ser acusado de matar por motivo fútil o médico Bruno Calaça

Dema de Oliveira
PM Adonias Sadda está sendo alvo de procedimento também no âmbito militar - Foto: Arquivo/O PROGRESSO
 
A Corregedoria da Polícia Militar do Maranhão abriu o processo disciplinar para avaliar a conduta do PM Adonias Sadda, acusado de matar o médico Bruno Calaça, com tiro à queima-roupa, na madrugada de segunda-feira (26). A informação foi confirmada por uma fonte interna da polícia, que informou que o procedimento foi aberto nessa segunda-feira, uma semana após o crime.

A investigação e a análise devem durar pelo menos 30 dias, podendo o prazo ser prorrogado. Durante esse período, a conduta de Adonias Sadda na madrugada do dia 26 será avaliada em pelo menos três critérios. Somente após a conclusão da apuração, a PM vai decidir se o policial militar será expulso da corporação. O procedimento também pode estabelecer punições mais suaves. 

Adonias Sadda está preso há uma semana no Quartel do 3º BPM em Imperatriz, onde é lotado. O PM já prestou dois depoimentos na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e manteve a versão de tiro acidental nas duas vezes. O relato do PM é contestado pela própria Polícia Civil, que teve acesso às imagens do momento do crime, que indicam que não há características de disparo acidental.

O militar teve sua prisão preventiva decretada pela justiça e no âmbito militar foi aberto Inquérito Policial Militar (IPM), procedimento comum, quando um militar tem desvio de conduta.

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