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06/05/2021 às 21h41min - Atualizada em 06/05/2021 às 21h41min

Ministério Público e Instituto de Criminalística discutem estratégias para ampliar localização e identificação de desaparecidos

Promotora de Justiça Isabelle Figueiredo (coordenadora do Caocid), Aldenis Bezerra (diretora de Perícia Criminal) e o Gerente de Qualidade do Laboratório Genética Forense, Marciley Alves Brito, e servidoras do Caoccid

Assessoria
Foto: Divulgação
O Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio do Centro de Apoio Operacional da Cidadania, Direitos Humanos e Mulher (Caoccid), e o Instituto de Criminalística reuniram-se na manhã desta quarta-feira, 05, para discutir parcerias no desenvolvimento de ações voltadas à identificação e busca de pessoas desaparecidas em todo o Estado. As tratativas foram discutidas entre a coordenadora do Caocid, promotora de Justiça Isabelle Figueiredo, a diretora de Perícia Criminal Aldenis Bezerra e o Gerente de Qualidade do Laboratório Genética Forense, Marciley Alves Brito, os dois últimos do Instituto de Criminalística, além de servidoras do Caoccid.

Atualmente, o Caoccid dispõe de Núcleo de Localização e Identificação de Desaparecidos (Nulid), ligado ao Sistema Nacional de Localização e Identificação de Pessoas Desaparecidas (Sinalid), e estrutura uma campanha, em nível estadual, para incentivar a inserção de dados de desparecidos no Sinalid, bem como a conscientização da população sobre procedimentos a serem adotados em caso de desaparecimento de pessoas.

A temática da campanha do MPTO oportunamente coincidiu com o lançamento da campanha Nacional “Projeto de Coleta de DNA para Busca de Pessoas Desaparecidas”, que aqui no Tocantins é empreendida pela Polícia Científica, entre os dias 24 e 28 de maio, com destaque para o dia 25 de maio, quando é celebrado o Dia Internacional da Criança Desaparecida. O intuito é coletar material genético de familiares de pessoas desaparecidas para inserção no banco de dados, bem como objetos pessoais de pessoas desaparecidas para possíveis confrontos.

“Com isso, a nossa ideia é agregar essa ação do MPTO à ação nacional e assim fomentar o banco genético de dados aqui no Tocantins. Isso vai engrandecer ainda mais nossa ação, pois era uma das nossas linhas de trabalho”, disse a coordenadora do Caoccid, Isabelle Figueiredo.

Na oportunidade, a diretora de perícia criminal informou que está fazendo um levantamento sobre o número de ocorrências de pessoas desaparecidas no Tocantins e aproveitou para solicitar que o órgão tenha acesso ao Sinalid, com o fim de localizar familiares.

PLID
O Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID Tocantins) e o Núcleo de Localização e Identificação de Desaparecidos do Ministério Público do Tocantins (Nulid) foram instituídos no Ministério Público do Tocantins há dois anos.

A iniciativa funciona por meio de um banco de dados inteligente, que cruza informações provenientes de diversos órgãos utilizadas nos processos de localização de desaparecidos, identificação de óbitos e verificação de fenômenos correlatos.

O Plid compõe o Nulid e está sob coordenação do Centro de Apoio Operacional da Cidadania, do Consumidor, dos Direitos Humanos e da Mulher (Caoccid). O programa tem a finalidade de integrar o Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid).

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