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19/02/2021 às 00h00min - Atualizada em 19/02/2021 às 07h00min

Dia do Esportista: os desafios do “Basquete sobre rodas” para 2021

Assessoria de Imprensa/Equatorial Maranhão
Divulgação
Em alusão ao dia do esportista comemorado nesta sexta-feira (19), o time do Centro de Assistência Profissionalizante ao Amputado e Deficiente Físico de Imperatriz – Cenapa relembra as conquistas dos últimos anos e os desafios e expectativas para 2021. Em meio a um ano desafiador que foi 2020, a equipe tem conseguido superar as mudanças em consequência da pandemia, e aos poucos estão retomando os treinos.   

As expectativas para a 4ª Copa Interestadual de Basquete em Cadeira de Rodas são grandes, mas ainda não tem uma data exata para começar, devido ao aumento dos casos de Covid-19 no estado. A previsão é que os jogos iniciem no mês de abril, após o final da semana de Páscoa, na quadra do Complexo Educacional Dom Bosco em Imperatriz.  

A Copa está sendo preparada pelo Instituto Legal de Cultura e com patrocínio da Equatorial Maranhão por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Entre os atores desse grande evento, muitas histórias se destacam - uma delas, a do João Batista.  

Revendedor em uma empresa, João retornava de uma viagem a trabalho em janeiro de 2002, quando sofreu um acidente na BR 010, há 18km de Imperatriz. A partir dali, a rotina dele mudou para sempre e o atleta passou a enxergar a vida sob uma nova ótica de uma pessoa com deficiência. Sobre duas rodas, João foi em busca de outros desafios e encontrou no basquete, uma grande paixão, se tornando um dos fundadores do time do Cenapa: “Quando eu comecei a participar da associação eu levei a ideia pra turma e iniciamos com cinco pessoas. Desde então nunca mais paramos e continuamos treinando”, explicou.  

Muitas foram as conquistas durante os 15 anos de história do time de basquete, e o atleta João relembra os principais momentos. “Ganhamos um regional para a Associação e para a equipe de basquete que foi muito importante e significativo. Fomos campeões sem perder nenhuma partida. Através desse regional tivemos a oportunidade de ir para a divisão de acesso e depois entramos realmente na terceira divisão. A gente vem batalhando de lá pra cá e hoje fazemos parte da segunda divisão de basquete em cadeira de rodas com muito orgulho”, ressalta.  

Com esse mesmo sentimento de satisfação, Antônio Carlos, que também tem uma história longa com o basquete, incentivado pelo parceiro de time, João Batista, está com grandes expectativas para a 4ª Copa: “Nossa expectativa e ansiedade é muito grande. Ano passado não teve por conta da pandemia, tivemos que ficar reclusos, pois alguns são do grupo de risco, então esperamos que com o controle da pandemia e a vacinação, consigamos realizar a copa”. 

Segundo a técnica, Valéria Andrade, o esporte tem o poder de fazer com que a pessoa se sinta viva e ativa e com a equipe dela não é diferente. Além disso, reforça o papel importante de apoiar projetos como esse: “Com muita luta e apoio de empresas como a Equatorial Maranhão, podemos avançar bastante nos últimos cinco anos. Já fomos contemplados com cadeiras de rodas específicas para a prática do basquete, tabelas oficias, até uniformes e materiais esportivos. Esse apoio foi e continua sendo importantíssimo para que possamos evoluir cada vez mais a nossa modalidade, aumentando assim a quantidade de pessoas que podem ser beneficiadas com a ação”, completa. 

Nos últimos 5 anos a Equatorial Maranhão já investiu mais de R$ 32 milhões em projetos que visam a prática esportiva seja por meio de projetos sociais ou ainda com a atletas profissionais e de alto rendimento. 
Para mais informações sobre a 4ª  Copa Interestadual de Basquete em Cadeira de Rodas, acesse as redes sociais (Facebook e Instagram) do Instituto Legal de Cultura de Imperatriz. 

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