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09/12/2021 às 19h46min - Atualizada em 09/12/2021 às 19h46min

Reitor da UFMA participa da abertura do 8º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas, Turísticas e Patrimônio Mundial

Sansão Hortegal
Ascom/ UFMA
Foto: Divulgação
 
Com o tema Turismo no cenário pós-pandemia: a riqueza do Brasil — O Patrimônio Cultural e Natural como ativo para o desenvolvimento, foi aberto nesta quinta-feira, 9, o 8º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas, Turísticas e Patrimônio Mundial, que tem por objetivo trabalhar a governança do turismo nas cidades Patrimônio Mundial e históricas brasileiras de forma sustentável, bem como promover a utilização do patrimônio como atrativo de riquezas, desenvolvimento e seu aproveitamento pelo turismo, especialmente no momento pós-pandemia.

Realizado pela Organização Brasileira das Cidades Patrimônio Mundial (OCBPM), com o apoio da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico (Fumph) e Secretaria Municipal de Turismo (Setur), o evento ocorre em formato híbrido, e conta a participação de prefeitos, vereadores e secretários das cidades brasileiras reconhecidas como Patrimônio Cultural e Natural.

Segundo o reitor Natalino Salgado, a UFMA tem tido uma participação muito efetiva nas políticas de Turismo e essa contribuição se dá, sobretudo, pelos dois cursos que a Universidade possui nessa área: Turismo e Hotelaria. “O fortalecimento desses dois cursos se deu mais ainda quando fizemos, em 2015, a  recuperação e qualificação do conjunto arquitetônico do complexo da Fábrica Santa Amélia, formado por sete prédios, nos quais estão inseridos esses cursos e que tem sido fundamentais para que professores e estudantes desenvolvam pesquisas que fortaleçam o Turismo no Estado”, afirmou.

Este ano, a cidade de São Luís completou 24 anos de reconhecimento pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade. “Esse título tem se consolidado em uma cidade que preserva sua cultura, e a Universidade faz parte desse processo por sua preocupação em revitalizar os prédios históricos como, além da Fábrica Santa Amélia, a antiga faculdade de Direito, hoje prédio do Sistema de Justiça, o Palacete Gentil Braga e o Palácio Cristo Rei. O Turismo é fundamental, é ele quem vende nossa imagem, ao mesmo tempo que gera riqueza e renda para a população”, enfatizou.

Entre os temas a serem abordados durante os três dias de evento, estão a forma como o patrimônio cultural e natural podem ser melhor aproveitados pelas cidades históricas para a melhoria da qualidade de vida e fortalecimento da economia local, com foco na economia criativa, no turismo e na cultura.

O reitor Natalino falou da necessidade de ter um turismo que preserve a história e cultura local, mais organizado e disciplinado para que não haja uma depredação da cidade. “Este encontro, é um momento de sermos o cartão de visita, mostrar o que temos feito, em âmbito estadual, municipal, e principalmente, na nossa universidade, que recebe com muito carinho e orgulho a oitava edição do evento, que possui um momento rico para debater e avaliar como o Brasil pode avançar no turismo e na preservação das nossas cidades históricas”, completou.

Entre outras autoridades, estiveram presentes representantes de organismos nacionais e internacionais para a manutenção e preservação do Patrimônio Mundial Cultural e Natural do Brasil, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Tribunal de Contas da União (TCU), entre outros.

O evento vai até o dia 11 de novembro, com transmissão no canal da TV Portal CNM, no YouTube.

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