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20/06/2022 às 09h08min - Atualizada em 20/06/2022 às 09h08min

Cantinho de Humor

Sorria!

Da Redação
GB Edições

Cortando o cabelo

O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira de uma antiga barbearia e pede:
— Barba e cabelo!
Assim que começa a barba, o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
— Você era meu freguês há muito tempo, não é mesmo?
— Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de automóvel!
 

Atrasados

Uma mulher ganha dois convites do chefe para ver uma apresentação de uma orquestra em uma casa de espetáculos muito chique e chama seu novo namorado. Ela compra roupa e sapatos novos para o evento. No dia, fica toda arrumada e treina frases inteligentes. No entanto, o seu amado sai tarde do trabalho, pega o maior trânsito no caminho e se atrasa para buscá-la. Os dois se apressam para chegar ao local. Enquanto procuram por seus lugares, alguém anuncia:
— Agora, ouviremos a “Quinta Sinfonia”, de Beethoven.
Irritada, a moça sussurra para o namorado:
— Está vendo, amor? Por sua causa perdemos as outras quatro!
 

Notas escolares

Assim que Joãozinho chega da escola, o pai o interpela:
— Quero ver o seu boletim!
— Infelizmente não vai dar!
— Como não vai dar?!
— É que eu emprestei para um amigo... ele queria dar um susto no pai dele!
 

Menino curioso

Joãozinho vai fazer uma pescaria com o pai.
— Pai, como é que os peixes respiram debaixo d’água?
— Não sei, meu filho!
Pouco depois:
— Pai, por que os barcos não afundam?
— Não sei, meu filho!
Pouco depois:
— Pai, por que o céu é azul?
— Isso eu também não sei, meu filho.
— Pai, você não se incomoda de eu ficar fazendo essas perguntas, não é?
— Claro que não, meu filho! Se você não perguntar, nunca vai aprender nada!
 

A conta do telefone

A família saía de manhã para trabalhar e na casa ficava apenas uma ajudante do lar. O marido vivia intrigado com o alto valor da conta do telefone. Num jantar, com todos presentes, ele pergunta a mulher e ao filho:
— Quem usa o telefone?
O filho responde:
— Eu não, pai, eu uso o do serviço.
A mulher responde:
— Eu não, eu uso o do serviço...
O marido olha para a ajudante que acompanhara toda a conversa e pergunta:
— É você que tem usado o telefone?
Apressadamente ela respondeu:
— Eu não. Eu também uso o do serviço.
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