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01/12/2021 às 17h00min - Atualizada em 02/12/2021 às 00h00min

Afeto Clandestino lança faixa climática "Motel Existencial"

Trio carioca lança as primeiras canções

SALA DA NOTÍCIA Nathália Pandeló Corrêa

As inseguranças do amanhã ao lado da vontade de viver a mil se tornam uma MPB pop com clima oitentista e de rádio no fim de noite. Assim é “Motel Existencial”, nova faixa do trio Afeto Clandestino que está disponível em todas as plataformas de música.

Ouça “Motel Existencial”: https://tratore.ffm.to/motel-existencial

Assista ao visualizer de “Motel Existencial”: https://youtu.be/XNAsxaZK8rw 

O projeto une a cantora e compositora carioca Beatrice, o produtor e guitarrista Diogo Sarcinelli e o cantor e compositor Paulo Domingues. Mirando no futuro, Afeto Clandestino começa a revelar as faixas produzidas, mixadas e masterizadas no espaço A Casa Estúdio. “Motel Existencial” foi construída a seis mãos em todas as fases de sua criação. Nos vocais, Beatrice e Domingues dividem as interpretações das canções autorais, que falam de amor, tesão, incertezas e revoltas, costurando um olhar sobre a vida no Brasil atual.

Após estrear com com o clipe e single “Princípio do Absurdo”, eles preparam seu EP de estreia para o começo de 2022. “Motel Existencial” pode ser ouvida em todos os serviços de streaming de música.

Assista ao clipe “Princípio do Absurdo”: https://youtu.be/clYNvG2nnIM

Crédito: May Bandeira

 
Ficha técnica:
 Composição: Beatrice, Diogo Sarcinelli e Paulo Domingues
 Produção Musical: Beatrice, Diogo Sarcinelli e Paulo Domingues
Engenharia de som: Diogo Sarcinelli @ A Casa Estúdio, RJ
Mixagem e masterização: Diogo Sarcinelli 
Baixo: Diogo Sarcinelli
Violão: Paulo Domingues
Vozes: Beatrice e Paulo Domingues
 
Letra:
Olhos nas janelas tão quadradas
Avisto o morno do meu quintal.
A vida por dentro tão parada,
Não tenho mais o que esperar.
Sozinha não dá pra viver,
e o tempo corre aqui.
Estado de ansiedade,
natureza pra observar.
O corpo aflora, viver
sentenças que lhe criou.
Tenho estado aqui pensando,
de onde vem meu amanhã.
Desistência,
sem se cobrar.
Sem se cobrar.
Sem se cobrar.
Formas de viver,
com a falta que me dá.
Formas de viver,
caminhos que falham.
Formas de viver,
com a falta que me dá.
Sem poder esquecer,
caminhos que falham
 
Amanhã o que será?
Já nem sei se vou voltar.
Resistência,
já nasceram muitas mais de mim.
Não sabemos o que será no fim.
Olhos nas janelas tão quadradas
Avisto o morno do meu quintal.
A vida por dentro tão parada,
Não tenho mais o que esperar.
Sozinho não dá pra viver,
e o tempo...
 
Acompanhe Afeto Clandestino:
 

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