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24/08/2021 às 16h37min - Atualizada em 25/08/2021 às 00h00min

Grupo Stefanini está entre as 10 empresas que mais praticam inovação aberta com startups

Na solenidade de premiação do Ranking das Top 100 Corps 2021, multinacional brasileira é reconhecida como Top 1 na categoria de Serviços Profissionais

Carolina Amaral
SALA DA NOTÍCIA
O levantamento foi realizado pela plataforma 100 Open Startups.
Investir no ecossistema de inovação aberta é uma realidade no Grupo Stefanini, que reúne mais de 65 startups, 25 ventures - empresas que foram adquiridas pelo grupo ou que atuam no modelo de joint-venture para compor o amplo portfólio de soluções digitais - e universidades nacionais e internacionais. O trabalho de uma das empresas brasileiras mais internacionalizadas do País, segundo Ranking da Fundação Dom Cabral (FDC), também foi reconhecido no Ranking Top 100 Corps 2021, divulgado pela plataforma 100 Open Startups, que avaliou as finalistas a partir de dados gerados pelo mercado, por meio de contratos registrados entre as corporações e as startups.

Ao ocupar a 6ª posição no ranking geral e o 1º lugar na categoria Serviços Profissionais, o Grupo Stefanini reforça seu DNA de empreendedorismo e investimento em transformação digital, a partir da mudança de mindset que prevê uma aproximação maior com startups. Nos últimos seis anos (2015 a 2021), a multinacional se aproximou de várias delas e adquiriu mais de 25 empresas, o que garantiu resultados expressivos. Neste período, a receita da Stefanini Ventures cresceu mais de seis vezes e o EBTIDA 15 vezes.

"Estamos muito orgulhosos de estar entre as top 10 do ranking da plataforma 100 Open Startups e alcançar a liderança na categoria Serviços Profissionais. Acreditamos no modelo de inovação aberta e, por isso, investimos em um ecossistema que fomenta o desenvolvimento de soluções próprias ou em parceria com startups e empresas digitais do grupo. Com nosso propósito de Cocriar soluções para um futuro melhor, contamos atualmente com seis plataformas capazes de desenhar e atender as necessidades end-to-end: Analytics e IA; Banking e Payments; Indústria e Manufatura; Marketing Digital e Experiência; Tecnologia e Segurança", afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Segundo o levantamento realizado pelo Ranking Top 100 Corps 2021, houve uma aceleração das parcerias entre grupos tradicionais e startups. Entre maio de 2020 e junho deste ano, os acordos desse tipo praticamente dobraram, saindo de 13,4 mil para 26,3 mil, e o número de empresas maiores que buscam essas parcerias passou de 2,8 mil para 4,9 mil. O valor médio dos contratos também cresceu: passou de R$ 140 mil, em 2020, para R$ 270 mil, em 2021. Já o valor total de contratos de open innovation entre corporações e startups em estágio inicial foi de R$ 2,2 bilhões neste período.

Os números evidenciam que a jornada de inovação não será feita mais sozinha, especialmente após o processo de digitalização impulsionado pela pandemia. "No período pandêmico, muitos desafios e aspectos inusitados surgiram e reforçaram a necessidade de práticas inovadoras para enfrentar o desconhecido. O grande segredo para reagir a coisas que não sabemos, que parecem não ter lógica, é suportar todos as frentes com resiliência e flexibilidade, adicionando um ingrediente especial a essa receita: a inovação. Saber inovar nada mais é do que trazer competitividade, adaptabilidade e valor em tudo que estamos fazendo. São novas lógicas que nos permitem sobreviver aos contextos que nos deparamos", ressalta Mary Ballesta, diretora global de Inovação do Grupo Stefanini .
  
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