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24/08/2021 às 19h15min - Atualizada em 24/08/2021 às 19h15min

DHPP conclui inquérito do assassinato do médico Bruno Calaça

Inquérito, com indiciamento do policial militar Adonias Sadda e Ricardo Barbalho, foi enviado à justiça

Dema de Oliveira
Adonias Sadda e Ricardo Barbalho foram indiciados pela morte do médico Ricardo Barbalho - Fotos: Arquivo/O PROGRESSO
 
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que tem o comando do delegado Praxisteles Martins, concluiu nesta terça-feira (24), o inquérito do assassinato do médico Bruno Calaça. O crime aconteceu na madrugada do dia 26 de julho em um bar localizado no Beira-Rio, onde o médico, com familiares e amigos, festejava sua formatura em medicina, ocorrida uma semana antes. 

O inquérito foi concluído e enviado à justiça, com o indiciamento do policial militar Adonias Sadda e do advogado Ricardo Barbalho. Quanto ao pecuarista Waldex Cardoso, a polícia não encontrou envolvimento dele no crime. “Não ficou caracterizada uma hipotética ordem de ação do pecuarista Waldex Cardoso, no crime”, disse Praxisteles Martins. 

O policial militar Adonias Sadda foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, enquanto que Ricardo Barbalho foi indiciado por ameaça e lesão corporal. Segundo o delegado, ele não mandou o PM atirar no médico Bruno Calaça. 

Adonias Sadda está preso por ter um mandado de prisão. O policial está em uma cela do 3º BPM em Imperatriz, mas deverá ser transferido para o presídio militar em São Luis, nos próximos dias. Adonias Sadda é alvo também de um Inquérito Policial Militar (IPM) e pode ser expulso dos quadros da PM-MA. No caso do advogado Ricardo Barbalho, o delegado Praxisteles representou pelo pedido de prisão preventiva dele, tendo em vista que estava cumprindo prisão temporária de 30 dias. Quanto ao pecuarista Waldex Cardoso, já se encontra em liberdade. 

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