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22/08/2021 às 21h07min - Atualizada em 22/08/2021 às 21h07min

Deputado empreendedor

Política empreendedora, mandato empreendedor, cidadania empreendedora

Assessoria / Deputado Josivaldp JP
Josivaldo JP (PODEMOS/MA) é empresário, produtor rural e deputado federal titular desde janeiro de 2021. Tem 37 anos e desde os 19, quando se tornou camelô, é empreendedor. Foto: Divulgação
 
Quando se fala em empreendedorismo imediatamente somos remetidos a um ambiente de negócios, pensamos em investimento, abrir uma empresa.  Vemos a palavra empreendedorismo como o ato de criar um negócio do zero e gerenciar essa empresa de forma a gerar retorno positivo (lucro).

Mas o empreendedorismo não é só isso. Antes de significar abrir uma empresa, empreender tem um contexto mais amplo. Empreende-se em questões sociais, em cidadania, e até mesmo constituir uma família é um ato de empreendimento: dedicar tempo, esforço, sabedoria, fazer sacrifícios, assumir riscos para obter com isso uma satisfação, qual seja a de ter uma vida familiar estável e feliz, é empreender. Engloba tudo que diz respeito ao sentimento de desejar algo e ao esforço para realizar esse desejo. 

Empreender é identificar necessidades e oportunidades e promover inovações para agregar cada vez mais valor a uma atividade humana. É desenvolver soluções e investir recursos - financeiros, intelectuais, tempo - na criação de algo positivo para a sociedade. Pode ser um negócio, um projeto ou mesmo um movimento que gere mudanças reais e impacto no dia a dia das pessoas. Empreendedorismo é, portanto, uma cultura impulsionadora.

Um dos exemplos mais nítidos de cultura impulsionadora é o migrante (ou imigrante). Todo migrante dá um valor maior para o futuro e, consequentemente, impulsiona o crescimento até um futuro melhor. Foi o que fizeram nossos bisavós e avós imigrantes, e nossos pais, migrantes como o meu pai, que saiu de uma vida de dificuldades no interior do Pará para tentar melhorias para nossa família, arriscando tudo, chegando de “mãos abanando” em Imperatriz há 30 anos.

Essa força impulsionadora não pode acabar, e esse é o desafio: quero usar o meu mandato para ajudar a estabelecer uma cultura impulsionadora e para que o próprio mandato gere benefícios para as nossas comunidades. E é aqui que cabe o que tenho chamado de política empreendedora.

Sou um empreendedor nato, muito antes de ouvir essa palavra ou entender o seu significado. Aquele que "se fez por si próprio", como eu, e aqui falamos da atividade econômica. De auxiliar de oficina mecânica aos 14 anos a vendedor ambulante. De um simples camelô  a empresário. De um quase desconhecido na política a deputado federal, hoje o único representante de uma região que engloba mais de 50 municípios e milhões de pessoas.

Pois bem, o mandato empreendedor é do deputado que vai empreender ideias, dedicar tempo, buscar conhecimento e parcerias que acreditam em cidadania, e dedicar esforços para realizar projetos que melhorem a vida das pessoas, que agreguem valor ao dia a dia de cada um. E com isso todos crescem.

Levar o espírito empreendedor para o mandato também ajudará a levar esse espírito para nossos cidadãos, e tem como objetivo mostrar a todos que o Brasil, o Maranhão, nossa região, nossa população podem mais se investirmos no protagonismo, que é quando cada um empreende a realização do seu sonho. Insistindo: mesmo aquelas pessoas mais simples, se compreenderem o caminho do "esforço+sucesso", então estabelecemos uma cultura empreendedora que vai melhorar a nossa vida e o que está ao nosso redor. 

O empreendedor é exigente consigo mesmo e com o tudo  que o cerca, por exemplo, com a sua cidade. Nós não estamos satisfeitos porque queremos sempre melhorar, tanto a cidade quanto a nós mesmos. O empreendedor acredita que uma cidade (ou o estado, o país) é feita pelos nossos sonhos e pelo nosso esforço de realizar esses sonhos, tanto individuais quanto coletivos. Isso é cidadania empreendedora.

Um exemplo simples de cidadania empreendedora: ter uma cidade limpa, bem arborizada, com flores, pode ser mérito dos administradores; mas ter uma cidade que não se suja, que os moradores pedem à prefeitura por árvores em frente às suas casas, que os próprio moradores plantem flores debaixo das árvores em suas calçadas, isso é mérito de seus cidadãos! À medida que um cidadão vai empreendendo para realizar suas ideias de ter uma rua melhor, uma cidade melhor, ele constrói a cultura impulsionadora. Um vizinho “contamina” o outro com o bem estar.

Sejamos bons eleitores (isso depende de prioridades pois somos muito diversos em nossas prioridades); mas sejamos melhores cidadãos (isso depende da ação de cada um). Vamos acreditar nos nossos sonhos. No de cada um e no que queremos para nossas cidades. 

Se eu não acreditasse no meu sonho e não lutasse por ele, talvez não tivesse nem mesmo me tornado um camelô. E nem estaria aqui hoje, conversando com vocês como deputado federal. 
 
 

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