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06/08/2021 às 19h32min - Atualizada em 06/08/2021 às 19h32min

Radialista pode ter dormido ao volante quando aconteceu o acidente

Essa é a suspeita da Polícia Rodoviária Federal, tendo em vista que no local não tem marca de frenagem

Dema de Oliveira
Corolla de propriedade de Gilvan Neves ficou parcialmente destruído - Foto: Divulgação/PRF
 
O acidente que vitimou fatalmente o radialista e apresentador de TV Gilvan Neves, 43 anos, aconteceu na da última quinta-feira (5). Gilvan morreu após sofrer um grave acidente na BR-222, no trecho conhecido como “Curva do 90”. O acidente aconteceu quando Gilvan estava conduzindo um carro e bateu com um caminhão, após invadir o sentido contrário da rodovia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os indícios apontam que a vítima pode ter dormido ao volante, o que provocou o acidente. Isso porque foi constatado que no local que aconteceu a colisão não existiam marcas de frenagem, o que indica que o radialista não tentou usar os freios antes de bater. Na reportagem sobre o caso na edição de ontem de O PROGRESSO, foi levantada essa hipótese e a falta de frenagem no local, aumentou a possibilidade do radialista ter dormido, ainda mais em função de que o acidente aconteceu por volta de 1h, quando ele retornava de Açailândia.

Para aumentar mais ainda a suspeita do radialista ter dormindo ao volante, o condutor do caminhão declarou que o carro da vítima seguia normal na pista quando de repente invadiu a contramão, sem nenhuma explicação. A polícia geralmente não descarta nenhuma outra hipótese, como por exemplo a suspeita de mal súbito, porém, todos os vestígios concorrem para cansaço e sono.

O corpo de Gilvan Neves foi sepultado na manhã de ontem em Bom Jesus das Selvas, sob grande comoção de familiares e amigos.
 

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