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05/08/2021 às 19h46min - Atualizada em 05/08/2021 às 19h46min

Deputados repercutem assassinato de médico em Imperatriz

Agência Assembleia
Yglésio, Rildo Amaral e Wellington do Curso repercutiram assassinato de médico e defenderam a PMMA - Foto: Agência Assembleia
 
Os deputados Dr. Yglésio (PROS), Rildo Amaral (Solidariedade) e Wellington do Curso (PSDB) repercutiram, na sessão plenária desta quarta-feira (4), o assassinato do médico Bruno Calaça Barbosa, 24 anos, cometido pelo soldado da Polícia Militar Adonias Sadda, na madrugada do dia 26 de julho, durante festa realizada em Imperatriz. 

Yglésio afirmou estar sofrendo perseguições por parte de integrantes da PMMA, por meio das redes sociais, após criticar a atitude do militar. Ele enfatizou que o ato praticado pelo executor não pode levar toda tropa a ser considerada criminosa.

“Tenho recebido ameaças nas minhas redes sociais. Claro que por perfis fakes, pois as pessoas não se identificam para esse tipo de ação criminosa. Mas o que tenho a dizer é que nós reconhecemos o trabalho dos bons policiais, que são aqueles que formam a maior parte do contingente. Nossa defesa sempre foi em favor da corporação”, disse Yglésio.

Episódio

Rildo Amaral, por sua vez, afirmou que Bruno Calaça era um jovem muito querido em Imperatriz, mas acrescentou que não se pode atribuir à Polícia Militar um episódio isolado.

“Ainda estamos de luto. No entanto, em nenhum momento a sociedade de Imperatriz atribuiu o fato à instituição militar, pois sabe diferenciar uma ação tresloucada de um ato impensado, exagerado e irresponsável, que ceifou a vida de um médico tão jovem, de um filho, de um homem”, enfatizou.

O deputado destacou, também, que não concorda com aquelas pessoas as quais, diante de um ato como esse, passam a afirmar que a PMMA está repleta de assassinos, milicianos e pessoas de má índole. “Toda instituição, seja eclesiástica, militar, civil, judiciária ou legislativa, tem bons e maus profissionais”, disse Rildo Amaral.

Repercussão

Na mesma linha de raciocínio, Wellington do Curso ressaltou que um fato isolado como o assassinato do médico por um soldado não pode macular a imagem da PMMA. Ele disse que aquele foi um episódio triste, de muita repercussão, mas enfatizou que a Polícia Militar é uma instituição de respeito.
 
“Nós somos defensores do povo. Eu defendo a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do Maranhão. A voz do deputado Wellington é a voz dos policiais”, ressaltou. O parlamentar pediu, ainda, um minuto de silêncio em memória do sargento Da Fé, membro da Polícia Militar do Estado do Pará, assassinado nesta quarta-feira (4), em Belém.

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