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02/07/2021 às 00h00min - Atualizada em 02/07/2021 às 00h00min

“O MEU EXÉRCITO”

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” (Sun Tzu - “A Arte da Guerra”)

Miguel DALADIER Barros
Desde que assumiu a presidência da República em 1º de janeiro de 2019, o presidente Bolsonaro vem sendo alvo de inúmeros ataques e complôs na calada da noite envolvendo políticos, membros das mais altas Cortes do Judiciário, da imprensa, intelectuais e artistas da esquerda que viveram por décadas usufruindo do dinheiro público, e que até hoje não aceitaram o resultado soberano das urnas em 2018. 

Bolsonaro, até o momento, foi desmontando nessa verdadeira “guerra de desgaste” item a item e vencendo todos. Cito a título de exemplo, a crise envolvendo a demissão do ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta e do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, em pleno início da luta contra a pandemia causada pela Covid-19. A demissão desse último foi festejada pela esquerda e a imprensa tradicional como “o fim do governo Bolsonaro”, fato este que não ocorreu, para o desespero dos “insatisfeitos”.

A verdade que muitos ainda teimam em admitir é que, sem dúvida alguma, o povo está com o Bolsonaro. Como se sabe, o povo tem o poder, o povo dá o apoio, dá os votos, dá o ânimo para prosseguir lutando pelas reformas que o Brasil precisa. Mas, não dá aquilo que o STF (maior óbice Nacional) e os opositores, a imprensa e outros que perderam “as boquinhas” querem - o “dinheiro fácil”. Portanto, não é só a esquerda, são todos aqueles que tiveram as “suas conveniências” contrariadas e querem que o status quo anterior volte para continuar se locupletando.

Antes de 2019, principalmente durante os governos Lula (2003 - 2010) e Dilma (2011 - agosto/2016), membros do STF e seus apadrinhados viajavam as custas da Itaipu Binacional em encontros jurídicos, para toda parte do mundo, pagos com “cachês” generosos, com passagens a vontade e sem limite, tudo pago pela Itaipu, dentre outras benesses. Todo mundo “mordia o dinheiro da viúva” (dinheiro público), era um festival de benesses aos “filhos do Rei” pago com o sangue e suor do cidadão-contribuinte. Além do STF, membros do Congresso Nacional, Ministros dos Tribunais Superiores, sindicalistas, classe artística, jornalistas de estimação e tantos outros, se locupletavam com os fartos patrocínios dos bancos estatais como o BNDES, Caixa, Banco do Brasil, além das empresas estatais e seus Fundos de Pensão como a Petrobras, a Caixa e os Correios.

Após assumir o governo, Bolsonaro cortou as generosas verbas de publicidade da imprensa, começou a processar os jornalistas que agiam como “PJ – pessoa jurídica” na prestação de “cursos, palestras e assessorias inúteis”, limitou e cortou as generosas verbas da “Lei Rouanet” de “incentivo” a classe intelectual e artística, além de cortar de vez as verbas destinadas a várias ONG’s de fachada, que na prática, davam suporte financeiro aos chamados “Movimentos Sociais” que serviam de “braço político” da esquerda. Essas “medidas impopulares” de Bolsonaro, é claro, desagradou e desmontou o Estabilishment!

Bolsonaro então, inteligente e estrategista como sempre foi, e talvez incentivado por outros, criou essas “Motociatas”, esses passeios de moto, que já tomou conta do país e tem duração prolongada e serve, não tenha dúvida, de termômetro antecipado para medir a sua popularidade. Mas, não se pode deixar de admitir que por onde ele passa, vai convencendo o povo e cada vez mais adeptos a ele, diga-se de passagem, mais votos em 2022. 

Bolsonaro é o único governante no mundo que tem manifestação do povo a seu favor e que vai ao encontro de todos os segmentos da sociedade, mesmo depois de eleito há mais de dois anos. É o único presidente que vai na casa dos humildes nos rincões esquecidos do Nordeste que Lula - “pai dos pobres”, jurou ajudar e nunca cumpriu com a promessa, e toma café em pé com a moradora do casebre e lava a xícara em seguida. Bolsonaro é o único presidente da história que come um pastel gorduroso com caldo de cana na praia, brinca com crianças que os pais entregam para tirar uma “self”, recebe o carinho de artistas e repentistas do Nordeste que fazem músicas e cordel em sua homenagem. Bolsonaro é o único presidente que fala tosco, sabe a linguagem do povo, e que se utiliza de palavrão em seu discurso. E o povão gosta dele desse jeito! Aliás, o povo o elegeu porque ele é assim e não vai mudar!

Mesmo a reboque da previsão duvidosa dos “infalíveis” institutos de pesquisa eleitoral (Datafolha, e outros), a verdade é que a classe “A” e “B” vai votar no Bolsonaro, com raras exceções, por falta de opção melhor e por “auto preservação”, uma vez que ele defende uma agenda liberal que na prática, vem dando certo. As classes “C”, “D” e “E” vão votar nele porque gostam do estilo dele, gostam do jeito que ele é, gostam do que ele está fazendo. O Nordeste é Bolsonaro de cabo a rabo com raríssimas exceções. Bolsonaro foi o único presidente que realmente deu ao sofrido povo nordestino o maior tesouro que existe - ÁGUA! Nas próximas eleições não tem esquerda, não tem direita, não tem centro, não tem nada, tem Bolsonaro na cabeça! E, para o desespero da esquerda, depois do próximo governo dele, em 2016 ele vai indicar o seu sucessor. 
O povo acordou e sentiu que o Brasil precisa de mais governo igual a Bolsonaro para podermos ascender a condição de país desenvolvido, diminuir as desigualdades sociais, implementar as reformas que há anos vêm sendo prometidas, e caso isso aconteça, a esquerda estará morta definitivamente! Se isso vier acontecer, como mostra a realidade do momento, a esquerda e seus puxadinhos serão apenas reminiscência do passado. Alguém tem dúvida disso? 

Entretanto, no momento crítico em que vivemos, com ataques de todos os lados, dia a dia, Bolsonaro precisa além das propagandas, além do apoio popular, ele precisa de uma força. E quando ele disse lá atrás “o meu exército” -  imitando o Lula quando disse que o Stédile tinha o exército dele que era o MST, ninguém entendeu. Bolsonaro disse a mesma coisa “o meu exército” e todo mundo, inclusive eu, pensamos que ele se referia às Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica). Achamos até que ele estava exagerando porque as Forças Armadas jamais, em tempo algum, dentro do contexto político atual, vão sair de dentro do “quadrado legal das quatro linhas da Constituição”. Na atual conjuntura, as Forças Armadas não vão sair do “quadrado da Constituição”, porque quando saiu em 1964 logo em seguida foram abandonadas por aqueles que imploraram nas ruas a sua intervenção contra o marxismo-comunismo, para em seguida, serem perseguidas por 30 anos. Então não é apelo de Bolsonaro, não é apelo de ninguém que vai sensibilizar os Comandantes Militares para entrarem em mais uma aventura, de jeito nenhum! Os militares aprenderam na própria pele que, as mudanças e as reformas que o Brasil precisa, terão que vir à reboque do povo, nas urnas! 

Nós temos 220 milhões de linhas telefônicas celulares que são 220 milhões de emissoras de TV, e tudo que ocorre no dia a dia está nas redes sociais. E por mais que se queira regrar ou limitar as redes sociais ou promover Fake News, não adianta, pois os fatos e acontecimentos com os comentários das principais lideranças políticas chegam em tempo real a todos os lugares do mundo. É uma força descomunal que aterrorizou a esquerda e a mídia tradicional. O mundo mudou com o celular, com a internet e agora com a força das redes sociais. Quem ainda não entendeu isso está fadado ao insucesso. Foi assim que o mundo mudou. Foi assim na eleição de 2018, e assim será na eleição de 2022, para o desespero da esquerda.

Mas, qual é a força do Bolsonaro? É a força física, a força capaz de ir pra rua e quebrar, arrebentar, à um comando de Bolsonaro? Qual é essa força descomunal, que nenhuma força de segurança será capaz de enfrentar, nem as Forças Armadas, nenhum órgão policial, nem a Força Nacional, nem ninguém tem competência, tem capacidade, tem força para enfrentar? Essa força são os MOTOQUEIROS! Bolsonaro vive falando em seus discursos que é a Liberdade, o que ele mais defende. A Liberdade é o dom mais valioso e o requisito mais importante que uma população pode ter, e não há dúvida, que a motocicleta é o “ícone da Liberdade”. Juntou-se os dois - “motocicleta e Liberdade” e surgiu essas famosas “Motociatas” que vão continuar ocorrendo no país, cada vez mais ganhando o apoio do povo, para o desespero da esquerda. 

E o presidente mostra a cada dia que não é tolo. Está indo inaugurar obras não acabadas em quarenta anos dos opositores, nos Estados dos opositores, inclusive no sofrido e esquecido Estado do “vagabundo relator da CPI da Covid”, levando a população a aclamá-lo! Bolsonaro é o único dos que estão se postulando a candidato em 2022, que vai ao encontro do povo. Nenhum outro candidato ousa fazer um passeio na Avenida Paulista em São Paulo ou em qualquer lugar, e que possa ter a aceitação de Bolsonaro. Essa é a verdadeira pesquisa eleitoral que os institutos de pesquisa teimam em não reconhecer. Bolsonaro é sim, um verdadeiro MITO!

Bolsonaro diz em todo lugar que “só Deus tira ele do poder”, e por isso há necessidade de que os votos sejam auditáveis. Aí está o verdadeiro motivo do desespero da esquerda e, inexplicavelmente, dos Ministros Barroso e Alexandre do Moraes, pois com o voto impresso e auditável, não haverá nenhum obstáculo para Bolsonaro ser reeleito já no primeiro turno. Quem viver, verá!

Mas, voltando a força dos motoqueiros. Os motoqueiros significam uma força livre e fechada com o Bolsonaro no Brasil inteiro. Em todos os lugares que está havendo “Motociatas” os motoqueiros estão sendo devidamente inscritos pelos organizadores que defendem Bolsonaro (nome, telefone, estado civil, e-mail, whatsapp, etc). Todos os dados de cada motoqueiro e daquele que participou nas passeatas está catalogado, e essa gente vai com o Bolsonaro para o céu ou para o inferno, para onde ele mandar. Se Bolsonaro resolver pedir apoio físico, apoio de força, essa será a força dele, que ninguém está vendo. 

E quando ele disse “O MEU EXÉRCITO” ele se referiu a essa força descomunal, parodiando “o exército do MST” que eram os “Sem Terras do Stédile”, tão aclamados e defendidos por Lula. É este “o meu exercito” dito por Bolsonaro, que não é o Exército fardado, o Exército (Força Armada) do qual tive a honra e o privilégio de dedicar 30 anos da minha vida e que hoje faço parte na reserva já reformado. Esse Exército ou outra Força Armada, jamais irá ao socorro de Bolsonaro, ou de quem quer que seja, eles irão simplesmente seguir a cartilha que sempre defenderam – a Constituição. Daí a importância que Bolsonado dá ao apoio do povo, e agora mais ainda, aos motoqueiros.

Nesse contexto, sugiro aos derrotados ficarem atentos para cada passo de Bolsonaro, ou seja, é bom estudar o Capitão. Aliás, os inimigos da democracia e da Liberdade  deveriam ler, e mais ainda entender, o célebre e atualíssimo livro de Sun Tzu - “A Arte da Guerra”, escrito há mais de 3.000 anos e começar a estudar o significado de “inimigo”. Porque os inimigos de Bolsonaro não se conhecem e não conhecem o Bolsonaro, portanto, já estão derrotados antes da batalha, como foram nas urnas em 2018. Subestimaram o “inimigo” antes da batalha como fizeram FHC e Lula em entrevista à mídia globalista antes de 2018, ao chamarem o então Deputado Federal Jair Bolsonaro de “desprezível politicamente”, que “pertencia ao Baixo Clero” e “sequer tem partido político para se eleger”, e perderam! 

E se continuarem a subestimar o “inimigo”, vão perder de novo em 2022, porque não existe no Brasil hoje ninguém capaz de derrotar Bolsonaro em uma eleição transparente. Simples assim! E se ele precisar de uma força física para defendê-lo, ele tem os motoqueiros ou os motociclistas - “o meu exército”, como costuma dizer. E mais, a força dos motociclistas que andam com o Bolsonaro não se mede somente pela sua quantidade numérica, pois a grande maioria dos motoqueiros têm o PIB Nacional nas mãos, são empresários, agropecuaristas, comerciantes, industriais e são os homens que dão emprego, são os homens que movimentam a economia do país. É bom pensar nisso!

Portanto, fica aqui o esclarecimento que “o meu exército”, não é o exército fardado, ou nenhuma outra Força Armada . “O meu exército” a que se refere Bolsonaro é a força viva, a força forte, a força resoluta dos motociclistas, enfim, a força do povo - único titular do poder, que a um comando qualquer, fará o que o Bolsonaro determinar. Sabe por que mais de uma centena de pedidos de Impeachment contra Bolsonaro tramitam atualmente na Câmara dos Deputados, e nenhum deles foi posto em votação? Muito simples, os parlamentares têm pavor de desagradar o povo, ou melhor, “o meu exército”, o exército do Bolsonaro, principalmente porque em 2022 vão ter que pedir voto aos eleitores.

Por fim, acho muito oportuno dizer aos inimigos do Bolsonaro que comecem a estudar mais o Capitão - o “inimigo”. Se ele não é nenhum super-herói de quadrinhos - o Superman, e mesmo sendo considerado o “azarão” em 2018 venceu com 58 milhões de votos, ele tem a força! E não se trata de Força Armada! É a força que vem do povo e o braço forte que tem “o meu exército”, o exército dos motociclistas. Portanto, muito cuidado com essa gente! Eles têm voto!

Em tempo. Enquanto concluía esse artigo, tomei conhecimento que a balança comercial do Brasil voltou a bater recordes em junho. Segundo o Ministério da Economia, houve superavit comercial de US$ 10,3 bilhões no mês e de US$ 37,5 bilhões no 1º semestre de 2021. Para o desespero da esquerda, lamento dizer que é bom JAIR SE ACOSTUMANDO, pois vão ter que engolir o Capitão até 2026!

Miguel DALADIER Barros é Coronel Reformado do Exército Brasileiro, Mestre em Ciências Militares, advogado e professor universitário. 
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