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02/07/2021 às 19h31min - Atualizada em 02/07/2021 às 19h31min

58% das vagas de UTI do Socorrão são ocupadas por pacientes de outras cidades do Maranhão e Tocantins

Boletim Informativo apresenta dados da última semana de junho

Kalyne Cunha
Ascom/PMI
A gestão não mede esforços para que os pacientes, independente da cidade, possam ter o direito de serem atendidos - Foto: Assessoria
 
Hospital Municipal de Imperatriz, HMI - Socorrão, realiza 890 (oitocentos e noventa) atendimentos no Pronto Socorro durante a última semana do mês de junho (25 a 30). Desses, 162 (cento e sessenta e dois) são de outras cidades e estados como Pará, Tocantins, Goiás, Amazonas. Nas enfermarias, 611 pacientes foram atendidos pela equipe da Clínica Médica, 186 Clínica Cirúrgica e 93 pela Ortopedia Urgente.

Pacientes que precisaram de internação foram 113 (cento e treze), medicados e após avaliação médica foram liberados 767 (setecentos e sessenta e sete), alta médica dos leitos 85 e 1.023 (um mil e cento e vinte e três) leitos ocupados. Vieram a óbito (2,35%) dos pacientes.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estão internados pacientes com predominância de outras cidades do Maranhão e do estado do Tocantins com 58% e Imperatriz com 34% das vagas. A ocupação de 100% dos leitos se estabeleceu durante 3 dias, sendo dois dias com 93,33% e um dia com 80%. Nesta semana, 6 pacientes receberam alta e admitidos 5 novos pacientes.

Sobre as refeições servidas no hospital, que incluem café da manhã, colação, almoço, lanche, jantar e ceia para pacientes; funcionários e acompanhantes café da manhã, almoço e janta; somam 8.625 (oito mil e seiscentos e vinte e cinco).
Sobre exames realizados, 2.270 (dois mil e duzentos e setenta) são laboratoriais e 574 de imagem (raio-x, ecocardiograma, ultrassom). Atendimentos odontológicos foram 39.

As cirurgias realizadas de ortopedia, plástica, urologia, geral, vascular, pediátrica e bucomaxilofacial, somam 88 (oitenta e oito).

O diretor do HMI, Vitor Pachelle, pontua que “o Socorrão é o maior hospital porta aberta da região tocantina. Diante desse fator, a instituição recebe muitos pacientes de estados circunvizinhos. A gestão não mede esforços para que nossos pacientes, independente da cidade, possam ter o direito de serem atendidos. Exemplo disso é a nossa UTI, em que 58% das ocupações são de outros municípios”, conclui.

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