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21/06/2021 às 18h36min - Atualizada em 21/06/2021 às 18h36min

Marcos Pontes pede integração do continente para vencer a pandemia

O ministro disse que o seu ministério tem trabalhado no desenvolvimento de 15 projetos de vacinas nacionais, sendo que três deles estão em estágio mais avançado.

Da Redação
Agência Brasil* - Brasília
Ministro participou de fórum organizado pela OMS - Foto:© Neila Rocha (ASCOM/SEAPC/MCTI)

  
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, afirmou que é necessário um movimento regional no continente para vencer a covid-19. Pontes participou, na manhã de hoje (21), de fórum organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O vírus não tem fronteiras. Temos de desenvolver um movimento regional para trabalharmos juntos. Não faz sentido resolver a pandemia em um só país enquanto outros países próximos continuam lutando contra o vírus”, disse o ministro.

Segundo ele, o Brasil tem contribuído com outros países da América do Sul, estabelecendo parcerias para a troca de informações sobre pesquisas e desenvolvimento de vacinas e também no acesso a equipamentos e infraestrutura. Ele disse que o seu ministério tem trabalhado no desenvolvimento de 15 projetos de vacinas nacionais, sendo que três deles estão em estágio mais avançado.

Pontes disse que a estratégia do Brasil de enfrentamento à pandemia da covid-19 está concentrada em três pilares: produção local e distribuição de vacinas; desenvolvimento de imunizantes nacionais e investimento em infraestrutura de pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de saúde.

Fórum

O ministro participou da sessão plenária “Acelerando a produção local por meio de parcerias e cooperação”, coordenada pela cientista chefe da OMS, Soumya Swaminathan. A plenária contou com a participação de autoridades de saúde de países como Indonésia, Egito e África do Sul.

O encontro teve o objetivo de promover o debate global sobre produção local e transferência de tecnologia para melhorar o acesso a tecnologias e produtos de saúde seguros, eficazes e de qualidade e para salvaguardar a segurança da saúde global, regional e nacional.

*Colaborou Antonio Claret Guerra


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