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02/06/2021 às 19h11min - Atualizada em 02/06/2021 às 19h11min

Em live de Roberto Rocha, ministro da Saúde anuncia que a Fiocruz produzirá AstraZeneca

Da Assessoria
Ministro Marcelo Queiroga e o Senador Roberto Rocha durante a "live" - Foto: Divulgação
  
O Brasil já tem chancela para produzir a AstraZeneca. O anúncio foi feito pelo ministro Marcelo Queiroga, durante a live “Roberto Bem Perto”, do senador Roberto Rocha, transmitida nesta terça-feira pelas redes sociais do parlamentar. 

Ao ser questionado pelo internauta Antônio José, de Santa Inês, sobre se está ou não faltando vacina no Maranhão, o ministro Marcelo Queiroga anunciou que, desde maio de 2020, o governo federal tem tomado inúmeras iniciativas que asseguram vacinas para todo o país. E, na oportunidade anunciou que, nesta terça-feira havia sido assinado um contrato de transferência de tecnologia com a farmacêutica sueco-inglesa AstraZeneca para que a Fio Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz, produzisse o IFA – Ingrediente Farmacêutico Ativo, matéria prima para a produção dos imunizantes.  

“Hoje é um dia histórico aqui no Ministério da Saúde, pois o presidente da República esteve à frente da solenidade de assinatura de um convênio para transferência tecnologia da AstraZeneca para a nacional Fiocruz.  Ou seja, o Brasil já possui capacidade de produzir vacinas”, informou o ministro. 

Números esclarecedores - Dando seguimento a sua explicação, Queiroga detalhou números de vacinas já asseguradas para o país e projeções de vacinação para o até o final do ano. 

“O ministério já tem contratadas cerca de 600 milhões de doses de vacinas o que faz com que possamos assegurar que até o final do ano todos os brasileiros acima de 18 anos estarão imunizados contra a Covid-19. Somente no mês de maio foram distribuídas mais de 30 milhões de doses de vacinas, e, agora no mês de junho vamos superar 40 milhões de doses. Isso faz com que o nosso programa de imunização seja um dos cinco programas que mais distribuiu doses de vacinas para a população do seu país. No mês de junho nós vamos comemorar a marca de mais de cem milhões de doses de vacinas distribuídas”, comemorou Marcelo Queiroga. 

O ministro reforçou, ainda, que não estão faltando vacinas no Maranhão. Relatou que o governo do estado é quem recebe as vacinas e a ele cabe a distribuição aos municípios. “No estado do Maranhão, especificamente, nós temos distribuído vacinas. E essas vacinas devem ser distribuídas pelo Estado para os municípios, para que eles levem a vacina para a sua população. Então, com certeza, não está faltando vacina aí no estado. Agora, é preciso se certificar se as autoridades sanitárias do estado estão agilizando a aplicação dessas doses. Eu sei que no município de São Luís, onde estive recentemente, o prefeito Eduardo Braide e o secretário Joel Nicolau, eles têm acelerado a campanha de vacinação”, disse. 

O senador Roberto Rocha endossou as palavras do ministro Marcelo Queiroga, a respeito da distribuição de vacinas, que, segundo ele, ainda apresentam um saldo de sobra com os estados. Na oportunidade, contextualizou os números do Maranhão.  

“O Brasil comemora, agora, cem milhões de doses de vacinas distribuídas aos estados brasileiros. Desses cem milhões. Até esse último domingo eram 66 milhões de brasileiros vacinados. Então, ainda temos um saldo de 33 milhões de vacinas nas mãos dos estados e/ou municípios, o que comprova, claro que não está faltando vacina. 

No Maranhão, até esse domingo, nós tínhamos 2 milhões, 226 mil e 244 doses de vacinas distribuídas. E tínhamos 1 milhão 725 mil e 170 aplicadas. Então, tem mais de 500 mil doses que ainda não foram aplicadas. É possível que o sistema não tenha ainda computado ainda, mas, vamos admitir que seja metade, ou seja 250 mil créditos de vacinas no Maranhão. O que é preciso destacar é que as vacinas estão chegando aos estados e é preciso que os municípios, na medida do possível, correspondam nessa mesma velocidade”, constatou o senador maranhense. 

Marcelo Queiroga finalizou alertando a população a fiscalizar, nos seus municípios, a distribuição das doses. “O Maranhão é um estado muito grande e tem regiões mais distantes, é possível que haja alguns atrasos, mas, é necessário que a população fiscalize, para saber se essas doses realmente estão sendo distribuídas”, alertou.

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