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14/04/2021 às 00h00min - Atualizada em 14/04/2021 às 00h00min

Livros & Leitura

A maravilhosa viagem ao Mundo das Letras

Da Redação
GB Edições

Faça o Amor Ser Fácil

Se pudesse ser definido em um sabor, para Thamires Hauch, o amor seria agridoce: tem o gosto doce dos bons momentos vividos, mas também se revela ácido, cheio de incertezas e decepções. No lançamento “Faça o Amor Ser Fácil”, a autora traz uma análise profunda sobre a vida a dois e a retrata uma verdadeira experiência multissensorial e dicotômica, ao promover calor e frio, paciência e raiva, negação e aceitação. Publicada pela Editora Opala, a obra marca a estreia de Thamires no mercado editorial, e se volta principalmente às mulheres que buscam força e coragem para se lembrarem de quem são e recuperarem o próprio valor em situações do cotidiano, seja dentro de um relacionamento ou não. Considerada uma caminhante incansável na busca pelo autoconhecimento, a carioca de 28 anos convida mulheres a se juntarem a ela nesta jornada. Com mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, inspira o público feminino por meio de textos e vídeos sobre empoderamento, reciprocidade, intuição, aceitação, rejeição, entre outros temas. Agora, com o livro, Thamires ensina a importância de cultivar o amor-próprio e a autovalorização, em busca de independência emocional. O livro tem 128 páginas.
 

A Mulher Realizada

O ciclo menstrual feminino ainda é cercado por desconhecimento, pré-conceitos e mitos. Pronta para libertar as mulheres de quaisquer amarras sobre o tema, a escritora, professora e terapeuta mundialmente conhecida Miranda Gray detalha, em seu novo livro, “A Mulher Realizada” como usar seu ciclo como uma alavanca para o sucesso na vida pessoal, profissional e afetiva. Uma obra escrita para a mulher moderna, que busca felicidade, êxito profissional e plenitude em seus afazeres, desfazendo-se de crenças limitantes.  No livro, Miranda mostra que o ciclo menstrual é um enorme recurso pessoal e profissional, ainda desconhecido, e apresenta o “Plano Diário da Mulher Realizada”, um método inédito e novo de 28 dias, desenvolvido por ela. O objetivo dele é auxiliar as mulheres a tomarem ciência de seus períodos ideias e das características relacionadas a eles, de forma a aplicá-lo para gerar motivações e realizações em todos os segmentos da vida. Miranda traz luz ao poder e importância da menstruação para a mulher: um valioso tesouro de recursos práticos que ela pode aproveitar para atingir quaisquer objetivos. E apresenta com clareza e com exemplos, momentos em que certas capacidades da mulher estão em evidência e que dependem de seu clico para atingirem sua “fase de alta”. “Quando nos permitimos ser aquilo que somos, qualquer que seja a fase em que estivermos, serão gerados sentimentos de autoaceitação, validação e autoconfiança”, diz a autora. Com 276 página, o livro é da Editora Pensamento.
 

Vou de Canoa

Quando se fala das grandes navegações da humanidade, logo se pensa no período que fervilhou os Séculos XV e XVI com naus de madeira, bússolas e sextantes. Porém, muito antes deste tempo havia um povo que já realizava incríveis façanhas marítimas no maior oceano da Terra, então desconhecido pelos europeus. O Oceano Pacífico é o berço dos maiores navegadores da Antiguidade: o povo polinésio. A principal ferramenta desta aventura foi sua típica embarcação, que hoje ganha o mundo na forma de esporte. Com uma leitura ímpar da natureza, esses velejadores do período da pedra polida entregaram-se a heroicas travessias oceânicas. De onde vieram e como desenvolveram suas técnicas de navegação são temas deste livro, que também traz relatos de desbravadores europeus da era da expansão marítima, de expoentes navegadores da modernidade e de transformadoras emoções experimentadas em remadas nos dias de hoje, quando travessias assumem uma curiosa simbologia que nos permite atravessar de um estado de consciência a outro. Em “Vou de Canoa”, Luiza Perin, fundadora de projeto homônimo, lança seu olhar sobre a cultura polinésia e resgata muitas destas histórias com sabor de mar. Com 274 páginas, o livro é da Editora Edite.
 

Enciclopédia Negra

Nesta “Enciclopédia Negra”, Flávio dos Santos Gomes, Jaime Lauriano e Lilia Moritz Schwarcz passam em revista a história do Brasil, da colonização aos dias atuais, a fim de restabelecer o protagonismo negro. E o fazem alcançando o que há de singular, multifacetado e profundo na existência particular de mais de quinhentos e cinquenta personagens. São profissionais liberais; mães que lutaram pela alforria da família; ativistas e revolucionários; curandeiros e médicos; líderes religiosos que reinventaram outras Áfricas no Brasil, pessoas cujas feições foram apagadas pela história. Por isso, 36 artistas negros e negras  criaram retratos inspirados pelos verbetes desta enciclopédia, aqui reunidos em um belíssimo caderno de imagens. Em um momento de produção e disseminação errática de informações, esta obra contribui para conformar um seguro repositório de experiências individuais e coletivas às quais, como pessoas e como sociedade, nós podemos recorrer em busca de inspiração e orientação. Com 720 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.

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