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10/03/2021 às 21h24min - Atualizada em 10/03/2021 às 21h24min

Em fevereiro, Socorrão atendeu média de 163 pessoas por dia

Mortalidade foi de 1,64%, menor índice do Brasil

Ascom/PMI
A cidade tem 260 mil habitantes, mas é fornecedora de serviços, principalmente da saúde, para cerca de um milhão de pessoas. - Foto: Patrícia Araújo

Em fevereiro, o maior movimento se deu no dia 1º, uma segunda-feira, com 227 atendimentos; o menor, dia 14, um domingo, com 127 pacientes. Média de 162,8 pessoas por dia; impossível diferenciar os residentes em Imperatriz dos das outras cidades, porque são mais de 800 mil pessoas que possuem o Cartão SUS imperatrizense.

A cidade tem 260 mil habitantes, mas é fornecedora de serviços, principalmente da saúde, para cerca de um milhão de pessoas. Quase todos os moradores do Sul e Sudoeste maranhense, Norte do Tocantins e Lestes do Pará, tiram aqui o Cartão SUS, com comprovante de residência de parentes ou amigos. Não há um filtro na porta de atendimento, porque, pela lei, o SUS é universal e quem chega tem que ser acolhido.

Os números produzidos pelo Socorrão, Hospital de Emergência de Imperatriz, são compatíveis com os das capitais do Nordeste do Brasil. Em fevereiro foram servidas mais de 41 mil refeições: por dia, são seis para os pacientes, três para acompanhantes e três para os que trabalham ali.

Exames de imagem e de laboratório foram quase 16 mil; as cirurgias, 409, e os óbitos registrados foram 75, o que representa apenas 1,64% dos 4.559 pacientes que deram entrada, índice muito abaixo do nacional, na casa dos 4%. Todos os números do Socorrão passam a ser disponibilizados no Portal da Transparência da Prefeitura e podem ser checados por qualquer cidadão – não se tem conhecimento de procedimento semelhante em todo o Brasil.


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