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24/12/2020 às 00h00min - Atualizada em 24/12/2020 às 00h00min

​Ex-governadores, Siqueira, Miranda e Avelino rejeitam segurança pessoal bancada com dinheiro público

O projeto foi aprovado pelos deputados estaduais no último dia 16 de dezembro e sancionado pelo governador Mauro Carlesse (DEM)

Assessoria
O ex-governador Siqueira Campos (DEM) criticou a aprovação do projeto. “Acho que é descabido, onera o estado” - Foto: Divulgação/Montagem
A aprovação da lei estadual que garante escolta militar aos ex-governadores do Estado, bancada com dinheiro dos cofres públicos por até oito anos, gerou polêmica e repercutiu negativamente entre a população tocantinense.

Três ex-governadores que poderiam ser beneficiados com a aprovação da lei disseram que não precisam de segurança pessoal e, por isso, já abriram mão do benefício.

O projeto foi aprovado pelos deputados estaduais no último dia 16 de dezembro e sancionado pelo governador Mauro Carlesse (DEM). A norma prevê a disposição de quatro militares para cada ex-gestor.

O primeiro a se manifestar contrário à lei foi o atual prefeito de Paraíso do Tocantins, Moisés Avelino (MDB). Ele foi categórico quando questionado sobre o tema: “não preciso e não quero”, assegurou.

Quem também fez questão de afirmar que não precisa de segurança pessoal bancada com dinheiro do povo foi o ex-governador cassado Marcelo Miranda (MDB).

“Respeito a decisão dos deputados estaduais, que resultou na aprovação do projeto de lei. No entanto, embora viesse a ser um dos contemplados, abro mão desse benefício”, diz a nota de Marcelo Miranda.

Também em nota, o ex-governador Siqueira Campos (DEM) criticou a aprovação do projeto. Para o ex-gestor, o projeto é descabido e onera o estado.

“Acho que é descabido, onera o estado. O povo é quem precisa de todos os benefícios do mundo. Agradeço, mas não concordo”, disparou Siqueira.

O projeto não beneficiará os governadores interinos Raimundo Boi, Carlos Gaguim e Sandoval Cardoso, por terem permanecido no cargo por menos de dois anos. Já a partir de 2023, a lei poderá beneficiar o atual governador Mauro Carlesse (DEM).

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