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09/12/2020 às 00h00min - Atualizada em 09/12/2020 às 00h00min

Presidente da FMF antecipa resultado do julgamento do processo do caso Gleydisson

Presidente Antonio Américo, presidente da FMF

Dema de Oliveira
Foto: Divulgação/Site FMF
O presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF), Antonio Américo Gonçalves Lobato, antecipou o resultado do julgamento do processo do Imperatriz contra o Moto, no caso do jogador Gleydisson. O ‘veredito’ do mandatário mór do futebol maranhense, aconteceu em um programa de esporte de uma rádio de São Luís. Na oportunidade, respondendo a pergunta de um repórter, o presidente fedaracionista disse que o caso não ia dar em nada. 

Claramente o presidente Antonio Américo antecipou um resultado, que até parece carta marcada. Na verdade, o presidente, que é advogado conceituado, um homem comedido, perdeu uma grande oportunidade de ficar calado. Para dar esse ‘veredito’, Antonio Américo citou um caso idêntico como esse do jogador Gleiydisson, que teria ocorrido em Goiás, que não deu em nada. Entretanto, por não ter dado em nada em Goiás, não daria no Maranhão e não justifica, o que disse o presidente.

Para quem não se lembra, o Imperatriz entrou com um recurso contra o Moto, alegando que a assinatura do contrato de Glaydisson da Silva Santos não era dele. Isso quer dizer, que a assinatura do contrato do jogador teria sido feita por outra pessoa, trocando em miúdos, falsificada. Antonio Américo chegou a dizer que na esfera esportiva, não daria em nada e somente na criminal que o Imperatriz poderia ter alguma chance. Como pode uma declaração dessa, se o STJD define artigos que falam sobre casos dessa natureza, com sanções pesadas? 

Para se ter uma ideia de que realmente tem algo errado na assinatura do jogador Gleydisson, que na primeira reunião um auditor do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) do Maranhão solicitou exame grafotécnico na assinatura feita no contrato. Até pelo menos ontem, o novo julgamento não tinha sido marcado.

O Imperatriz ‘briga’ por vaga na Copa do Brasil e Copa do Nordeste, porque se caso o Moto perca nos tribunais (esportivos), perde os pontos e o Cavalo de Aço será o beneficiado. 

A impressão que ficou é que o presidente está vendo a situação em que se encontra o Imperatriz e resolveu se manifestar publicamente sobre o caso. Afinal, rei morto, rei posto.

Como o Imperatriz está sem comando, a reportagem de O PROGRESSO não teve como saber da opinião de um dos dirigentes, sobre as declarações do presidente Antonio Américo sobre o caso.

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