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04/12/2020 às 00h00min - Atualizada em 04/12/2020 às 00h00min

Câmara autoriza prefeitura a adquirir prédio da Escola Santos Dumont

Sidney Rodrigues – ASSIMP
Com autorização da maioria, Câmara aprova compra do prédio da Escola Santos Dumont - Foto: Sidney Rodrigues
Na ordem do dia do último dia 26, foi apresentado ao presidente José Carlos o projeto de lei de nº 210/2020, de autoria do Poder Executivo, que pede a autorização para que a prefeitura possa adquirir o imóvel onde funciona a Escola Municipal Santos Dumont, no Bairro Bacuri. Em anexo foram apresentados os laudos técnico e pedagógico que haviam passado anteriormente nas comissões.

O imóvel foi avaliado em R$ 1.391.376,00 (Um milhão, trezentos e noventa e um mil e trezentos e setenta e seis reais) e será destinado a continuidade do funcionamento da Escola Santos Dumont para ensino fundamental no Bacuri. Com área total de 744m² com frente e fundo de 24m, e laterais com 31m.

O projeto foi colocado em votação, pois já havia sido avaliado pelas comissões competentes e lido em plenário. Os vereadores apoiaram a iniciativa de adquirir o prédio para a rede municipal, mas também foi exposto que a proprietária do imóvel, a Sra. Maria de Lourdes Sá, se viu na necessidade de colocar o imóvel à venda por motivo de doença na família e estar precisando dos recursos para custear tratamento.

Um pedido de vistas foi feito por alguns vereadores, e após 10 minutos de suspensão da sessão, os que estavam em dúvida, após verificarem as documentações, aprovaram a autorização da compra do imóvel da escola, apenas com os votos contrários de Bebé taxista e Ditola.

O presidente José Carlos informou que a matéria estava sendo colocada em pauta pela presidência e pela mesa diretora atendendo ao pedido de uma das professoras mais renomadas de Imperatriz e por todas as diretoras que avalizaram seu nome e também pediram por ela. “Dona Lurdinha só está se desfazendo do imóvel por questões de saúde, pois ninguém que possua um prédio com uma grande estrutura daquelas, muitas salas, biblioteca, área de lazer, banheiros e tudo mais, vai vender por um valor desses. Essa venda é por necessidade e qualquer um que fosse o proprietário não venderia. Estamos autorizando porque além de ser um valor abaixo do mercado, o município precisa de prédios próprios e também pela circunstância da necessidade”, explicou

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