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18/01/2023 às 17h45min - Atualizada em 18/01/2023 às 17h45min

Adolescente acusada de envolvimento no latrocínio do taxista Afonso Celso de Melo ainda está foragida

O taxista foi vítima de latrocínio praticado por ‘Fernando Caveirinha’ e uma adolescente

Dema de Oliveira
Taxista Afonso Celso de Melo e o acusado do crime, Fernando Caveirinha - Foto: Arquivo/O PROGRESSO
 
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), já finalizou o inquérito aberto para investigar o crime de latrocínio (roubo seguido de morte) de que foi vítima o taxista Afonso Celso de Melo, 80 anos, ocorrido em dezembro do ano passado. O taxista foi vítima de latrocínio praticado por ‘Fernando Caveirinha’, e uma adolescente de 17 anos.

Ela está com mandado de busca e apreensão, por ato infracional correlato a latrocínio, e pode ser apreendida a qualquer momento. Inclusive, pode estar em Imperatriz, em casa de parentes.

Quando do seu depoimento, Fernando Caveirinha não disse que a jovem era irmã dele, e questionado sobre a arma usada no crime, disse apenas “ficou com a mulher”.

Fernando Caveirinha foi preso no dia seguinte do cometimento do crime, no bairro da Caema, por policiais 2º Batalhão de Motopatrulhamento Tático (BMT).

No momento da prisão, os PMs encontraram com o suspeito drogas, balança de precisão, joias, munição de calibre 9mm e a roupa que foi usada no dia do crime. ‘Caveirinha’ disse que a vítima foi escolhida de forma aleatória e a intenção era se apropriar do carro do taxista e depois depená-lo.

Ele responde pelo crime de latrocínio que está enquadrado no artigo 157, §3, II do Código Penal. A pena prevista é de 20 a 30 anos de reclusão e multa. O latrocínio é considerado como crime hediondo segundo a Lei 8.072/90. Responde também por tráfico de droga e associação para o tráfico.

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