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24/11/2022 às 18h20min - Atualizada em 24/11/2022 às 18h20min

PC deflagra operação contra organização criminosa atuante na falsificação de documentos públicos

Três pessoas foram presas na capital e no interior do estado e já se encontram no sistema prisional

Ascom/PC-MA
Vários documentos falsificados foram apreendidos - Foto: Divulgação/PC-MA
 
A Polícia Civil do Maranhão, em operação realizada na manhã de quarta-feira (23), deu cumprimento a três mandados de prisão preventiva em desfavor de integrantes de uma organização criminosa voltada a falsificação de documento público para a prática de variadas fraudes. Os alvos da operação foram os municípios de São Vicente de Ferrer, região da Baixada Maranhense e na capital, São Luís.

Segundo o Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO/SEIC), as investigações concluíram que os criminosos conseguiam ter acessos a centenas de documentos, entre identidades verdadeiras, adulteradas, e falsificadas, e, com o auxílio de variadas pessoas, recebiam valores oriundos de empréstimos bancários e benefícios previdenciários adquiridos em nome de pessoas vítimas, ou até mesmo em nome de pessoas fictícias.

Durante a prisão de um dos investigados os policiais encontraram inúmeros documentos de identidade em nome de variadas pessoas, além de cédulas de identidade em branco. Também foram encontrados inúmeros documentos de identidade verdadeiros com a foto do investigado, porém com nomes e dados diferentes, identidades tiradas junto ao Instituto de Identificação do Estado.

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 31 de agosto deste ano, com a prisão em flagrante de duas pessoas na cidade de São Luís, dentre elas a líder da organização criminosa.

Nessa segunda fase, os trabalhos policiais contaram com apoio da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI). As investigações terão continuidade com objetivo de identificar todos os membros da organização criminosa, bem como, apurar o envolvimento de agentes públicos e funcionários de instituições financeiras com o grupo criminoso. Os investigados presos serão encaminhados ao centro de detenção da capital, onde ficarão custodiados a disposição da justiça.

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