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24/11/2022 às 12h37min - Atualizada em 24/11/2022 às 12h37min

Pele lisinha e renovada

O peeling é uma poderosa arma quando o assunto é rejuvenescimento da pele

Da Redação
GB Edições
É muito importante manter uma rotina de cuidados após o tratamento para garantir uma boa recuperação da pele e resultados satisfatórios. E sempre sob a orientação do dermatologista / GB Imagem

  
Entre tantas novidades quando se trata de beleza da pele do rosto e principalmente rejuvenescimento, o peeling é o campeão dos tratamentos nos consultórios dos dermatologistas. 

O procedimento não é exatamente uma novidade, mas ainda carrega consigo alguns mitos. Por exemplo, que é um tratamento caro e acessível a poucos. É verdade que os convênios médicos geralmente não cobrem os custos, mas é possível parcelar o pagamento e ter acesso ao procedimento. Lembrando que o paciente estará investindo em sua autoestima e bem-estar. 
Basicamente, o peeling é uma esfoliação das células superficiais da pele e assim elimina manchas e imperfeições, além de reduzir a velocidade do processo de envelhecimento estimulando a produção de colágeno. 

Assim como cada tipo de pele tem várias necessidades, o peeling também oferece diferentes aplicações. No entanto, os peelings superficiais (mais procurados) proporcionam pouca descamação visível, possibilitando que a pele se recupere entre sete e 10 dias. E mesmo durante a descamação é possível manter a rotina normal de higienização, sem deixar de seguir as orientações de hidratação e proteção solar, além de evitar se expor diretamente ao sol.

O tratamento através de peeling deve ser feito por médico dermatologista. O procedimento depende de cada tipo de pele e de suas necessidades específicas. O peeling químico é um dos mais populares e consiste na combinação de ácidos específicos que promovem a renovação celular e a produção de colágeno / GB Imagem


Um dos queridinhos nos consultórios é o peeling de cristal ou peeling de diamante. O processo funciona como uma lixa que retira as células mortas e estimula o colágeno; trata rugas finas, estrias e cicatrizes superficiais e também promove o clareamento cutâneo. E pode ser realizado em qualquer época do ano. Tem ainda o peeling químico que utiliza ácidos apropriados que destroem algumas partes da epiderme e resulta em regeneração da epiderme e da derme, além de estimular o colágeno. O resultado é que melhora e muito a aparência da pele. 

O peeling químico tem indicações específicas, varia de acordo com o tipo de pele e o resultado que se deseja alcançar conforme a profundidade de sua ação. Por isso, ele se divide em: muito superficial, remove apenas o extrato córneo. Os superficiais removem a epiderme e melhoram a textura da pele, atenuam rugas finas e estimulam o colágeno, que dá firmeza à pele. O peeling médio atinge a derme superficial, clareia manchas e atenuam rugas finas; é indicado para rejuvenescimento.  Já o peeling profundo é mais agressivo porque provoca a formação de crostas e exige o uso de curativos. No entanto, os resultados são bons porque ocorre uma renovação importante das camadas da pele e pode diminuir até as rugas mais profundas. Nunca é demais lembrar que estes procedimentos devem ser feitos no consultório do Dermatologista. 

Os cuidados pós peeling são muito importantes para garantir os bons resultados. É preciso usar sabonetes neutros e específicos para peles sensibilizadas, cremes hidratantes com regenerador cutâneo e filtro solar. E tudo sempre seguindo as recomendações e indicações médicas. 


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