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09/11/2022 às 21h44min - Atualizada em 09/11/2022 às 21h44min

Professores fazem protesto contra ‘projeto da maldade’ e denunciam perseguição

Categoria é contra proposta que revoga a Lei nº 02/2009

Assessoria
Protesto em Lajeado - Foto: Divulgação
 
Os profissionais da rede municipal de educação de Lajeado (TO) realizaram, nesta terça-feira (08), uma paralisação das atividades escolares em protesto contra a atual gestão do prefeito Júnior Bandeira.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) Regional de Miracema, Iata Anderson Vilarinho, defendeu a classe. “Não vamos aceitar perseguição nem a retirada de nossos direitos”, disse.

Os professores da rede municipal estão lutando para que suas reivindicações sejam atendidas, entre elas, o pagamento do reajuste na carreira dos professores e valorização da carreira.

Segundo o Sindicato, o prefeito “quer acabar com a carreira e a valorização dos professores” através de um projeto de lei que revoga a Lei Municipal n° 02/2009 e acarreta perdas de garantias.

O Sintet também afirma que a categoria ainda enfrenta assédio e perseguição de professores no local de trabalho.

Ainda segundo Iata Anderson, em acordo firmado com a gestão, foram implementados 10% de reajuste no salário na folha de outubro, 2% no salário de novembro e o restante está previsto para fevereiro de 2023, a fim de completar os 33,24% do reajuste do piso referente ao ano de 2022. “O prefeito estaria usando a matéria do reajuste para revogar a tabela de 2009 e implantar outra sem discutir a mudança com a categoria”, denunciou Iata Anderson.

Mais de 35 professores efetivos aderiram à paralisação realizada nesta terça, de um total de 56 professores da rede municipal, que possui mais de 700 alunos.

Devido à paralisação, a Secretaria Municipal de Educação convocou todo o administrativo para ficar com os alunos que foram para as escolas. A rede de ensino de Lajeado conta com três unidades: a Escola JK, localizada na comunidade Pedreira; a Escola Sebastião de Sales Monteiro e uma creche.

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