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03/11/2022 às 23h11min - Atualizada em 03/11/2022 às 23h11min

Jornalista lança livro e leva série de palestras a 10 cidades em caravana inédita no Tocantins

Projeto idealizado pela jornalista e tem parceria com os municípios

AF/Notícias
Jornalista Maju Cotrim - Foto: Divulgação
 
Numa iniciativa inédita no Tocantins, a jornalista, consultora e editora-chefe da Gazeta do Cerrado, Maju Cotrim, lança a Caravana Tocantins Livre do Racismo, que percorrerá cerca de 10 cidades tocantinenses.

O projeto foi idealizado pela jornalista e tem parceria com os municípios. A caravana percorrerá as cidades de 07 a 17 de novembro. O lançamento do livro será no dia 18 na Livravia GEP, em Palmas.

A caravana leva o lançamento do livro “Guerreiras Populares Quilombolas”, o primeiro do país com biografias quilombolas de autoria da jornalista Maju Cotrim.

O projeto consiste também uma palestra de formação antirracista para alunos e professores da rede municipal: “Educar para conscientizar”, que levará elementos e ferramentas de combate ao racismo. O evento será um importante instrumento de combate ao racismo nas cidades tocantinenses.

A Caravana passará por Talismã, Formoso, Gurupi, Natividade, Paranã, Arraias, Natividade, Dianópolis e Porto Alegre do Tocantins. Haverá lançamentos ainda em Araguaína e Muricilândia.

“O Tocantins tem a maioria da população negra e ainda carece de políticas antirracistas. A intenção da caravana é fomentar esse debate nos municípios, nas escolas e quilombos levando conscientização e informação para combater este mal que assola toda sociedade”, explicou a jornalista que defende a união de todos os entes em prol de ações e projetos que fomentem igualdade racial no Tocantins.

Sobre Maju Cotrim
Maria José Alves Cotrim é Jornalista, Especialista em Comunicação Étnico-Racial e Marketing Político. É idealizadora e Coordenadora do Instituto Crespas.TO, entidade que há oito anos leva palestras e oficinas gratuitas de conscientização contra o preconceito nas escolas, universidades e vários espaços sociais por todo o Tocantins. O movimento foi reconhecido como um dos principais do Estado na luta pelos Direitos Humanos pela Assembleia Legislativa do Estado.

Na cobertura jornalística há 18 anos no Tocantins, a jornalista passou pelos principais veículos do Estado sempre dando espaço às grandes questões raciais. Militou e participou de vários momentos de luta pelas políticas de Igualdade Racial no Tocantins.

Como ativista e jornalista ela busca dar sua contribuição social para um Tocantins menos desigual. Este ano lançou sua primeira obra: o livro “Guerreiras Populares Quilombolas” que conta a história e trajetória de 50 mulheres negras tocantinenses. É também pesquisadora e palestrante na área de Políticas estratégicas de reparação social.

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