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18/10/2022 às 22h08min - Atualizada em 18/10/2022 às 22h08min

Gaeco cumpre 13 mandados contra servidores do Detran e despachantes no Tocantins

Operação Scammers está sendo realizado em Palmas e Colinas do Tocantins

Assessoria
Foto: Divulgação / MP-TO
 
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Tocantins (MPTO), cumpriu ontem (18) 13 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de integrar um suposto esquema criminoso que atua no Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran). A operação foi deflagrada nas cidades de Palmas e Colinas do Tocantins.

Segundo a investigação, o grupo estava agindo de forma ilegal para agilizar processos dentro do órgão. A ação foi chamada de operação ‘Scammers’ e conta com apoio da Polícia Civil.

A operação ocorre na sede do Detran em Palmas e na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Colinas, bem como em três empresas e na residência de oito pessoas investigadas.

A ação é um desdobramento da operação Donatio, realizada em janeiro de 2021, em Palmas e Araguaína, quando foi apreendido celular de um despachante, onde foram encontrados indícios de cooptação de servidores do Detran para fraudar e agilizar processos dentro do órgão. Na época, a investigação era contra um grupo suspeito de fraudar certificados para condutores de transporte de passageiros e de produtos perigosos.

As investigações envolvem servidores do Detran, da Ciretran de Colinas e proprietários de despachantes. Dados telefônicos, bancários e fiscais avaliados mediante quebra de sigilos autorizada pela Justiça indicam que eles agiam de forma articulada, ao menos, desde o ano de 2020, adulterando processos.

Para executar os serviços ilegais, os servidores recebiam pagamentos diretamente ou por meio de seus familiares. Conforme as investigações realizadas pelo Ministério Público, foram identificados pagamentos a servidores do Detran e da Ciretran, por meio de comprovantes e outros documentos que estavam no celular.

As pessoas envolvidas no esquema criminoso ainda serão ouvidas pelo Ministério Público.

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