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25/09/2022 às 16h19min - Atualizada em 25/09/2022 às 16h19min

“Chocolate com Pimenta” está de volta à telinha da Globo

Contente com o resultado da reprise de “O Cravo e a Rosa”, a Globo escolheu agora para suas tardes outro grande sucesso de Walcyr Carrasco.

Da Redação
GB Edições
No início da trama, Ana Francisca (Mariana Ximenes) é uma menina humilde e sem grandes pretensões, mas no decorrer da novela, ela se tornará rica e respeitada / Foto: Arquivo GB Imagem
“Chocolate com Pimenta” é uma trama bem “água com açúcar”, típica dos dramalhões mexicanos, esta é a fórmula de “Chocolate com Pimenta”, novela que já foi exibida por três vezes na tela da Globo e uma no Canal Viva.

A saga de Ana Francisca (Mariana Ximenes), uma menina doce, delicada, ingênua e romântica que vence obstáculos para se transformar em uma mulher forte, madura e dona de seu destino, mas que nunca esqueceu seu grande amor do passado foi ao ar originalmente em 2003, no horário das 18 horas e depois reprisada em 2006, no “Vale a Pena Ver de Novo” e novamente em 2012, nas tardes da emissora.

“Chocolate com Pimenta”, comédia romântica de autoria de Walcyr Carrasco teve direção do saudoso Jorge Fernando e o cenário era a cidade fictícia de Ventura, cuja principal força econômica estava numa bela fábrica de chocolates e bolos artesanais.

A época escolhida por Carrasco para contar a história da saga de Ana Francisca é marcada por euforia, esperança, pluralidade moral e contradições geradas pelo paralelo entre as novidades tecnológicas e a tradição. A década de 1920 sela o fim de um período que trouxe ao mundo a Primeira Guerra Mundial; o início da organização do movimento operário, que culminou com muitas greves; sucessivas e fortes geadas, responsáveis pela perda de grandes cultivos de café e uma epidemia de gripe espanhola sem precedentes que dizimou 20% da população mundial. Em 1919, tudo acaba, trazendo esperança para uma nova década.

“Chocolate com Pimenta” atravessou duas fases da década de 20, com uma passagem de tempo de sete anos. A trama começava em 1922. Ana Francisca perde seu pai, assassinado por grileiros no interior do sul do país, e vai morar em Ventura com um ramo da família que ela não conhecia: a avó Carmem (Laura Cardoso), o tio Margarido (Osmar Prado), seus primos distantes Timóteo (Marcello Novaes) e Márcia (Drica Moraes) e a "agregada" Dália (Carla Daniel) no pobre, porém acolhedor, sítio da família.

Para ajudar em casa, Ana trabalha como faxineira na fábrica de chocolates de Ludovico Canto e Mello (Ary Fontoura), que domina toda a economia da região. Ludovico fundou a empresa, mas não a administra, pois mora em Buenos Aires, onde cuida de sua saúde delicada. A fábrica, cenário principal da novela, é dirigida por sua irmã mais nova, a astuta e inescrupulosa Jezebel (Elizabeth Savalla) que aplica frequentes desfalques nos negócios e vive como uma rainha em Ventura.

Um dia, Ana descobre que está grávida de Danilo (Murilo Benício), mas não chega a contar a novidade para ele. Graças a uma artimanha de Olga (Priscila Fantin) e da tia do rapaz, Bárbara (Lília Cabral), o casal se separa. Vendo o desespero e o sofrimento de Ana, Ludovico se comove e casa-se com ela para dar um nome à criança e a leva para Buenos Aires, onde Ana Francisca começa uma vida nova. Recebe aulas de etiqueta, dança e música, corta seu cabelo à última moda, ganha de Ludovico vestidos finos, joias e peles e se transforma em uma linda mulher. Só nos últimos capítulos, como sempre acontece em uma boa novela, Ana Francisca encontrará a felicidade ao lado de seu amado

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