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19/08/2022 às 19h41min - Atualizada em 19/08/2022 às 19h41min

Profissionais de saúde são público-alvo da ação da campanha Agosto Lilás

Objetivo é disseminar informações e orientações que visam combater o aumento da violência contra mulher

Kalyne Cunha
Ascom
Ação foi realizada na Vila Vitória, no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - Foto: Assessoria
 
Com objetivo de disseminar informações e orientações que auxiliem na prevenção e no combate da violência contra a mulher, a Prefeitura por meio da Secretaria de Políticas para Mulher (SMPM) segue com cronograma de ações da Campanha Agosto Lilás nos bairros da cidade. Como público-alvo da ação, profissionais da área da saúde receberam palestra temática sobre os 16 anos de luta da Lei Maria da Penha, realizada nesta quinta-feira (18), na Vila Vitória, no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

A secretária da SMPM, Eva Messias, ressaltou a importância da luta no combate à violência contra a mulher e divulgou a rede de apoio da prefeitura, às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. “É importante que informações a respeito da Lei Maria da Penha alcancem os mais variados segmentos, principalmente o da saúde, que geralmente são portas de entrada para casos de violência doméstica e familiar envolvendo mulheres. A rede de apoio da Prefeitura conta com espaço que oferece atendimento e acompanhamento psicológico e social realizado por equipe multidisciplinar e a acolhimento através da Casa Abrigo Doutora Ruth Noleto”, conclui.

A pedagoga Jesiléia Silva explica os motivos para a escolha do público-alvo da ação. ”Os serviços da saúde da rede pública ou privada são portas de entrada para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. E nós, enquanto rede de atendimento à mulher, temos o dever de levar informações necessárias para que esses profissionais, ao se depararem com casos de violência, saibam para onde encaminhar essa mulher”.

Na palestra foram abordados pontos da Lei Maria da Penha, como os tipos de violência, “na intenção de que esses profissionais tenham em mente que se deve considerar não apenas a violência física no momento do acolhimento, mas entender que essa mulher também está psicologicamente abalada”, finaliza a pedagoga.

Denúncias - Para as mulheres que necessitam de auxílio, o atendimento presencial do CRAM está com nova sede, localizada na rua Godofredo Viana, 484, Centro. Telefone e WhatsApp para contato é o (99) 99193-1717. 

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