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11/08/2022 às 17h55min - Atualizada em 11/08/2022 às 17h55min

TRE-MA reúne Comitê de Segurança das Eleições 2022

Da Redação
ASCOM TRE-MA
Desembargadora Angela Salazar, presidente do TRE-MA - Foto: Divulgação / ASCOM TRE-MA
 
Nesta sexta-feira, 12 de agosto, às 10h, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desembargadora Angela Salazar, reunirá, no auditório do 5º andar da sede do órgão, os membros do Comitê de Segurança das Eleições 2022 para tratar do planejamento preliminar da segurança das eleições elaborado por cada órgão, bem como o gerenciamento de riscos, atinentes ao tema.

O Comitê de Segurança das Eleições 2022 está formalizado por meio da Portaria TRE-MA 988/22. Por parte do Eleitoral, participam a presidente Angela Salazar, o corregedor José Luiz Almeida, o diretor-geral Hebert Leite, o procurador regional eleitoral Hilton Melo e o juiz Cristiano Simas (presidente da Comissão de Segurança).

As demais instituições envolvidas são:

- Presidente da Comissão de Segurança do Tribunal de Justiça do Maranhão;
- Procurador Geral de Justiça do Maranhão;
- Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas -GAECO;
- Superintendente Regional da Polícia Federal;
- Superintendente da Agência Brasileira de Inteligência;
- Secretário da Segurança Pública do Estado do Maranhão;
- Delegado-Geral do Estado do Maranhão;
- Comandante-Geral da Polícia Militar do Maranhão;
- Comandante do 24º Batalhão de Infantaria de Selva;
- Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão;
- Superintendente Regional da Polícia Rodoviária Federal;
- Comandante da Capitania dos Portos do Estado do Maranhão.

O período de funcionamento do Comitê compreende os 60 dias antes e os 15 dias após as eleições e compete a ele intermediar o contato entre o TRE-MA e os órgãos de segurança, atuando conjuntamente no planejamento das medidas necessárias à garantia da segurança do processo eleitoral nas eleições de 2022.

Cabe ainda ao Comitê coordenar as ações de segurança relacionadas à execução das atividades constantes no planejamento das eleições; avaliar, previamente, os pedidos de reforços operacionais formulados pelos juízos eleitorais; e gerenciar os riscos envolvidos na preparação e realização das eleições, especialmente no que se refere a potenciais ameaças à segurança do processo eleitoral. 

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