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28/10/2020 às 00h00min - Atualizada em 28/10/2020 às 00h00min

Caso de cachorro com reação adversa após vacinação está sendo acompanhado pela Zoonoses

Spaik foi examinado por profissionais especialistas e seu caso tem grandes possibilidades de reversão

Ariel Rocha - Ascom
Prefeitura esclarece que animal recebe acompanhamento médico e seu caso foi encaminhado para instâncias federais, responsáveis pela distribuição das vacinas pelo Brasil - Foto: Assessoria
A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses, informa que o caso do cachorro Spaik está sendo acompanhado de perto e que todo o suporte necessário tem sido prestado. O animal apresentou uma reação adversa após ser vacinado na campanha de imunização contra a raiva em um dos postos de vacinação montados pelo Município no final de semana. O atual quadro de dificuldade de locomoção de Spaik é raro nessas circunstâncias, porém geralmente reversível e com uma possível melhora em até 15 dias.

Nesta segunda-feira, 26, o cachorro foi examinado pelo coordenador de Zoonoses, o médico veterinário Paulo Henrique Soares, e pelo professor do curso de Medicina Veterinária da UEMASUL, o médico veterinário Leonardo Moreira, atuante nas áreas de clínica e cirurgia de pequenos animais com ênfase em ortopedia e neurologia. O relato do caso já foi repassado para o Departamento do Controle de Zoonoses do Estado do Maranhão, que por sua vez entrou em contato com as instâncias federais, responsáveis pela distribuição da vacina antirrábica por todo o Brasil.

Cerca de 1.500 cães e gatos foram vacinados no mesmo dia e posto de imunização que Spaik, localizado no Parque Alvorada. Neste mês de outubro, foram imunizados até agora mais de 15 mil animais. Durante as campanhas pontuais promovidas pela Prefeitura, estudantes de medicina veterinária auxiliam há quase 10 anos na aplicação das vacinas. Esses universitários são devidamente treinados por agentes da Unidade de Vigilância em Zoonoses e só atuam quando considerados aptos pelos supervisores.

A raiva precisa ser combatida. É letal em 100% dos casos, não tem cura e apresenta grandes riscos para o animal acometido e seres humanos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 50 mil pessoas morrem anualmente por causa da raiva no mundo - 40% dessas vítimas são menores de 15 anos. Quando se imuniza o maior número de cães e gatos, surge imunidade coletiva e o avanço da doença é barrado. A campanha de vacinação antirrábica continua até 31 outubro em vários bairros de Imperatriz. Vacine, não vacile.

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