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21/07/2022 às 13h49min - Atualizada em 22/07/2022 às 00h01min

Leptospirose também afeta os cavalos. Doença prejudica o bem-estar animal e gera prejuízo para criadores

Segundo o Conselho Nacional de Medicina Veterinária, a leptospirose – além de causar forte impacto na saúde pública, uma vez que também pode ser transmitida para os seres humanos – é uma das principais causas de perda econômica para os criadores

SALA DA NOTÍCIA Fernanda de Souza Martins
A leptospirose é uma zoonose amplamente disseminada pelo mundo e ocorre, especialmente, em regiões de clima semelhante ao do Brasil, e também afeta os equinos. “Em nosso país, os períodos mais quentes e úmidos tornam a doença epidêmica, já que as bactérias causadoras conseguem sobreviver melhor nessas condições ambientais”, explica Fernando Santos, médico veterinário e gerente de produtos para grandes animais da Syntec do Brasil.

Segundo o Conselho Nacional de Medicina Veterinária, a leptospirose – além de causar forte impacto na saúde pública, uma vez que também pode ser transmitida para os seres humanos – é uma das principais causas de perda econômica para os criadores. “A maioria das infecções é subclínica e está associada a infecções fetais que provocam aborto, parto de natimortos e nascimento de neonatos fracos. Em equinos, a Leptospira spp. determina alterações principalmente na área reprodutiva, mas o desempenho dos cavalos de corrida também é prejudicado pela infecção subclínica”, relata Santos.

O especialista da Syntec alerta para os sintomas que devem ser observados nos animais para diagnosticar mais rapidamente a doença. “Febre, icterícia, nefrite e complicações oculares (uveíte) estão entre os sinais mais comuns. Assim que o criador perceber algum desses sintomas, deve procurar ajuda de especialista”, orienta o veterinário.

A doença é grave, mas tem tratamento. “Após a realização dos testes sorológicos e confirmada a leptospirose, o tratamento pode ser realizado com antibióticos”, explica o especialista, que recomenda que melhor do que tratar a doença é evitar que ela se instale no animal. “É possível prevenir a leptospirose por meio da vacinação dos equinos, o que pode ser feito a partir dos três meses de idade e repetição anual”.

Para auxiliar os criadores na prevenção da leptospirose, a Syntec do Brasil está lançando a vacina Leptec Equi. Essa é a terceira vacina no portfólio da empresa especializada em saúde animal, que conta também com Get-Vacina e Encefalotec Equi. “Entramos no segmento de produtos biológicos recentemente e estamos ampliando nosso portfólio, inclusive com planos para fortalecer ainda mais nossa linha, com o lançamento de outra eficaz vacina, que, além de equinos, também beneficiará bovinos e suínos”, finaliza Fernando Santos.

Sobre a Syntec – A Syntec é uma indústria de produtos para saúde animal 100% brasileira com 18 anos de história e foco em medicamentos e suplementos veterinários de alta complexidade. Seu portfólio é amplo, incluindo terapêuticos, especialidades, produtos para higiene e saúde, suplementos e, agora, vacinas animais. Mais informações: www.syntec.com.br

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