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20/04/2022 às 17h08min - Atualizada em 21/04/2022 às 00h00min

Aplicativo melhora comunicação da escola com familiares

Solução criada pela Plataforma A+ agiliza atendimento, traz mais organização e aumenta a segurança

SALA DA NOTÍCIA Priscila Nishimori
Pexel
Os aplicativos de mensagens fazem parte da rotina da população mundial. No Brasil, segundo pesquisa da “Panorama Mobile Time/Opinion Box - Mensageria no Brasil”, publicada em fevereiro deste ano, o Whatsapp ainda é o preferido e está presente em 99% dos smartphones nacionais. Sua popularidade fez com que muitas escolas, especialmente durante a pandemia, adotassem o app para se comunicar com pais e professores. Todavia, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) algumas instituições de ensino estão substituindo o aplicativo por agendas digitais como canal de comunicação oficial. Além de garantir mais segurança aos dados, a ferramenta permite organizar e otimizar a gestão de informações.

Esse é o caso do Colégio Candido Portinari, que há pouco mais de um mês migrou para o Agenda+. “A implementação do app teve como objetivo inovar a comunicação da escola com a família, facilitando a troca de informações, direcionando ela de modo mais efetivo, ao setor com o qual deseja entrar em contato e minimizando a fuga de informações que ocorria com as cargas de e-mail”, afirma Silvana Araujo, Diretora do Colégio Cândido Portinari. Para Alexandre Ferrari, Oficial da Marinha Mercante e pai de um aluno do colégio, o aplicativo de mensagem se assemelha muito ao bate-papo e falta clareza aos procedimentos. “Usei várias vezes o WhatsApp, mas era uma comunicação informal, praticamente pessoal entre eu e os funcionários. Todos sempre foram muito prestativos, mas nenhum protocolo era estabelecido, tão pouco um timing de resposta.

A agenda digital estabeleceu um canal oficial, direto e objetivo com os setores da escola dando oficialidade ao que tratamos”, relata. “O Whatsapp, apesar de funcional, não tem os recursos que a Agenda+ disponibiliza. Ela é mais completa e aplicada às necessidades da escola, o direcionamento para a obtenção das informações é muito melhor, visto que a família pode escolher o setor que deseja contactar. A facilidade de conferir os comunicados, que sempre ficam disponíveis, a obtenção dos boletos de mensalidade, consulta do calendário escolar, todos estes aspectos, tornam a agenda digital superior”, explica Araujo. A comunicação integrada com outros serviços evita que os assuntos se percam no histórico de e-mails ou de aplicativos de mensagem. O sistema pode ser usado em qualquer aparelho celular e o acesso às informações pode ser limitado de acordo com o perfil do usuário.

Adequação à LGPD

A Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD) determina uma série de regras e condutas relacionadas ao tratamento, compartilhamento e uso das informações pessoais coletadas. No caso das instituições de ensino que lidam diariamente com dados especiais, referentes aos menores de idade e dados sensíveis, informações que podem causar discriminação, o cuidado deve ser redobrado. Desse modo, a comunicação por meio do uso do aplicativo de mensagens para a prospecção de novos clientes, apresentação da escola ou para tirar dúvidas pontuais não infringe a LGPD. Contudo, se houver coleta de dados pessoais é necessário garantir a proteção desse documento de identificação desde o processo de coleta, guarda e manuseio.

A responsabilidade pelo processamento das informações coletadas é da escola, por isso é importante que a instituição tenha seu próprio canal de comunicação, seja ele por meio de e-mails institucionais, agendas digitais ou de sistema de gestão acadêmica. “As ferramentas de gestão educacional e de comunicação possuem recursos que trazem mais segurança e controle ao acesso dos dados. Todavia, cabe ao controlador assegurar que o estabelecimento das camadas de proteção, protocolos de acesso e política de privacidade sejam implantados da forma correta”, explica Fabrício Theophilo, Head de Growth Marketing & Novos Negócios da Plataforma A+. As instituições de ensino devem estar em conformidade com a lei para proteger a privacidade de alunos e seus familiares, além de seus colaboradores, fornecedores e parceiros. Falhas no cumprimento da legislação podem ocasionar multas de até R$ 50 milhões ou a suspensão das atividades dentre outras penalidades.

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