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13/04/2022 às 17h43min - Atualizada em 14/04/2022 às 00h01min

Rio Pardo bate marca de 15 países em seu rol de distribuição internacional

Empresa passou a exportar seu concentrado proteico de soja (SPC), utilizado na composição de rações, para Grécia e Vietnã

SALA DA NOTÍCIA Tiago Di Tullio Freitas
www.rppv.com.br
(Foto: Divulgação/Rio Pardo Proteína Vegetal)
 
A Rio Pardo Proteína Vegetal – empresa do setor de agronegócio produtora de concentrado proteico de soja (SPC), com 60% de proteína bruta, utilizado na composição de rações – bateu, neste início de ano, a marca de 15 países em seu rol de importadores. Entraram para o portfólio Grécia e Vietnã. Desta forma, a companhia aumenta sua abrangência internacional para três países asiáticos (Tailândia, Taiwan e Vietnã), sete europeus (Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Turquia, Lituânia, Portugal e Grécia) e cinco nas Américas (Chile, Equador, Guatemala, Peru e Venezuela). Os compradores variam entre distribuidores e clientes diretos.


Após passar por anos de crise financeira, agravada pela pandemia, a Grécia dá sinais de crescimento e recuperação. Em 2021, o PIB do país, cuja principal atividade econômica é o turismo, cresceu 5,9%, bem acima do projetado pelo governo local no início do ano - 3,6%. “É um mercado interessante, pois é produtor de organismo aquático, nosso maior mercado em termos de volume. Estamos com um contrato fechado e outras empresas interessadas em fazer compra para consumo direto e para distribuir não apenas internamente, mas também para países no entorno da Grécia”, conta Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da empresa.

Já o Vietnã, embora tenha crescido exponencialmente nos últimos anos no mercado de calçados e eletrônicos, continua com uma economia forte na agricultura, se destacando na produção de frutos do mar. Segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural local, as exportações agrícolas, florestais e pesqueiras renderam mais de US$ 49 bilhões em 2021, o que corresponde a quase R$ 260 bilhões no câmbio atual.

“O Vietnã tem um mercado importantíssimo na área de nutrição animal, principalmente suínos e camarão. Uma de nossas metas para 2022 é consolidar nossa presença na Ásia e estar no Vietnã é indispensável neste planejamento, haja visto já estarmos exportando volumes importantes para Taiwan e Tailândia”, adiciona Leandro Baruel, gerente de exportação da Rio Pardo.

A exportação do SPC deve representar 70% do faturamento da Rio Pardo Proteína Vegetal em 2022, para quando a empresa projeta faturamento de R$ 210 milhões.

A tendência global no mercado das dietas dos animais para consumo humano tem sido mais rigorosa no quesito qualidade quanto à formulação das rações. Seja na pecuária de corte e leite, na avicultura, na suinocultura ou na aquicultura, os animais deverão receber, cada vez mais, rações de proteína vegetal. “Há pouca oferta global de proteínas vegetais de alto valor proteico a custo competitivo em relação às proteínas animais. Nosso produto tem importância equiparada a proteínas animais nobres, como farinhas de peixe de alta qualidade, proteínas lácteas, plasma sanguíneo, entre outros”, explica Baruel.

Sobre a Rio Pardo
Fundada em 2007, a Rio Pardo Proteína Vegetal busca ser uma referência na produção de concentrado proteico com 60% de proteína bruta, utilizado na composição de rações. Tendo a soja como matéria-prima, a empresa também fabrica óleo vegetal semi-refinado de altíssima qualidade. Com escritório comercial em Campinas (SP), sede administrativa/financeira em Joinville (SC) e unidade industrial em Sidrolândia (MS), possui, em 2021, capacidade produtiva de 10 mil toneladas de óleo e 28 mil toneladas do concentrado proteico. Os sistemas produtivos da empresa são inéditos e baseados na utilização de critérios renováveis, em consonância com os princípios de proteção e preservação ao meio ambiente. Atualmente, além de atender ao mercado interno, a Rio Pardo exporta para 13 países. A projeção é aumentar, até 2025, sua capacidade produtiva para 1,8 mil toneladas/dia. A previsão de faturamento para 2022 é de R$ 210 milhões.
Abril, 2022 – A Rio Pardo Proteína Vegetal – empresa do setor de agronegócio produtora de concentrado proteico de soja (SPC), com 60% de proteína bruta, utilizado na composição de rações – bateu, neste início de ano, a marca de 15 países em seu rol de importadores. Entraram para o portfólio Grécia e Vietnã. Desta forma, a companhia aumenta sua abrangência internacional para três países asiáticos (Tailândia, Taiwan e Vietnã), sete europeus (Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Turquia, Lituânia, Portugal e Grécia) e cinco nas Américas (Chile, Equador, Guatemala, Peru e Venezuela). Os compradores variam entre distribuidores e clientes diretos.

Após passar por anos de crise financeira, agravada pela pandemia, a Grécia dá sinais de crescimento e recuperação. Em 2021, o PIB do país, cuja principal atividade econômica é o turismo, cresceu 5,9%, bem acima do projetado pelo governo local no início do ano - 3,6%. “É um mercado interessante, pois é produtor de organismo aquático, nosso maior mercado em termos de volume. Estamos com um contrato fechado e outras empresas interessadas em fazer compra para consumo direto e para distribuir não apenas internamente, mas também para países no entorno da Grécia”, conta Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da empresa.

Já o Vietnã, embora tenha crescido exponencialmente nos últimos anos no mercado de calçados e eletrônicos, continua com uma economia forte na agricultura, se destacando na produção de frutos do mar. Segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural local, as exportações agrícolas, florestais e pesqueiras renderam mais de US$ 49 bilhões em 2021, o que corresponde a quase R$ 260 bilhões no câmbio atual.

“O Vietnã tem um mercado importantíssimo na área de nutrição animal, principalmente suínos e camarão. Uma de nossas metas para 2022 é consolidar nossa presença na Ásia e estar no Vietnã é indispensável neste planejamento, haja visto já estarmos exportando volumes importantes para Taiwan e Tailândia”, adiciona Leandro Baruel, gerente de exportação da Rio Pardo.

A exportação do SPC deve representar 70% do faturamento da Rio Pardo Proteína Vegetal em 2022, para quando a empresa projeta faturamento de R$ 210 milhões.

A tendência global no mercado das dietas dos animais para consumo humano tem sido mais rigorosa no quesito qualidade quanto à formulação das rações. Seja na pecuária de corte e leite, na avicultura, na suinocultura ou na aquicultura, os animais deverão receber, cada vez mais, rações de proteína vegetal. “Há pouca oferta global de proteínas vegetais de alto valor proteico a custo competitivo em relação às proteínas animais. Nosso produto tem importância equiparada a proteínas animais nobres, como farinhas de peixe de alta qualidade, proteínas lácteas, plasma sanguíneo, entre outros”, explica Baruel.

 
Sobre a Rio Pardo
Fundada em 2007, a Rio Pardo Proteína Vegetal busca ser uma referência na produção de concentrado proteico com 60% de proteína bruta, utilizado na composição de rações. Tendo a soja como matéria-prima, a empresa também fabrica óleo vegetal semi-refinado de altíssima qualidade. Com escritório comercial em Campinas (SP), sede administrativa/financeira em Joinville (SC) e unidade industrial em Sidrolândia (MS), possui, em 2021, capacidade produtiva de 10 mil toneladas de óleo e 28 mil toneladas do concentrado proteico. Os sistemas produtivos da empresa são inéditos e baseados na utilização de critérios renováveis, em consonância com os princípios de proteção e preservação ao meio ambiente. Atualmente, além de atender ao mercado interno, a Rio Pardo exporta para 13 países. A projeção é aumentar, até 2025, sua capacidade produtiva para 1,8 mil toneladas/dia. A previsão de faturamento para 2022 é de R$ 210 milhões.
 

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