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12/04/2022 às 10h37min - Atualizada em 12/04/2022 às 15h50min

Substituição do leite de vaca por sucedâneos lácteos potencializa desempenho zootécnico das bezerras

Utilização de sucedâneos melhora, também, rentabilidade do leite produzido, aumentando sua comercialização

SALA DA NOTÍCIA Texto Comunicação
Divulgação
Comum nas propriedades leiteiras, o aleitamento das bezerras compromete o volume de leite para comercialização, impactando a lucratividade da fazenda, e também pode provocar problemas sanitários nos animais. “Os bezerros são mamíferos e, como tal, estamos acostumados a criá-los com o leite da própria mãe, sejam vacas de leite ou de corte. Ocorre que na natureza o leite apresenta uma composição mais densa em energia, especialmente em gordura, o que leva à criação de animais com maior massa gorda, fato natural para proteção da cria em situações de desafios naturais, mas que pode comprometer o desempenho produtivo das fêmeas”, explica o engenheiro agrônomo, William Tabchoury.

A opção mais rentável é a adoção de formulações de sucedâneos lácteos, que possibilitam o correto desenvolvimento das bezerras, garantindo melhores índices produtivos na fase adulta. “A formulação do sucedâneo assemelha-se à composição do leite, incluindo a adição de vitaminas e minerais. Seu uso proporciona a produção de bezerras mais saudáveis, que se tornarão vacas mais produtivos, com melhor desempenho zootécnico e maior rentabilidade aos produtores”, assinala o especialista da Auster.

Tabchoury diz que o sucedâneo é um “suplemento” estável para as bezerras, já que não provoca alterações na nutrição nem no metabolismo do animal. Além disso, garante que as bezerras estejam livres de contaminantes e patógenos, promovendo redução da mortalidade com doenças, menos gastos com tratamentos e, até mesmo, da idade do primeiro parto. 

“O sucedâneo lácteo Nattimilk, da Auster, contribui para o maior desenvolvimento de massa magra nas bezerras. Isso ocorre porque sua formulação contém um nível mais elevado de lactose, relação mais estreita entre proteína e gordura (que é micro-encapsulada), melhorando a sua digestão e aproveitamento”, pontua William Tabchoury.

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