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24/02/2022 às 21h49min - Atualizada em 24/02/2022 às 21h49min

“Prestei contas sim do meu mandato na Sociedade Imperatriz Desportos”, diz Eduardo de Queiroz

O ex-presidente rebateu teor matéria veiculada na edição de ontem de O PROGRESSO

Dema de Oliveira - Jornal O PROGRESSO
Documentos de prestação de contas da gestão do ex-presidente Eduardo Queiroz - Fotos: Divulgação
 
O ex-presidente da Sociedade Imperatriz de Desportos (SID), Eduardo Augusto de Queiroz, que comandoU o clube Colorado em 2003, se manifestou dizendo que ao contrário do que foi divulgado, prestou contas do seu mandato no clube. “Prestei contas sim do meu mandato na Sociedade Imperatriz Desportos (SID)”, disse. 

O ex-presidente rebateu teor de matéria veiculada na edição de ontem de O PROGRESSO, postada pela editoria de esportes, sob a responsabilidade do jornalista esportivo Dema de Oliveira.

No que se refere a trecho da matéria, que o ex-presidente está há mais de 20 anos fora de Imperatriz, Eduardo Queiroz, que é contador, disse que tem um escritório na cidade, que está sob o comando do seu filho, Diogo Queiroz, e sempre está na cidade. 

Na questão do pedido feito junto ao Conselho Deliberativo, da prestação de contas dos três últimos presidentes do clube, não foi um pedido apenas do ex-presidente, mas também de sócios fundadores, que se reuniram e decidiram solicitar essa documentação. “Solicitamos esses documentos para que a torcida possa saber como foram efetuados os gastos, até porque tem dinheiro público no meio. E essas prestações de contas são obrigatórias”, disse Eduardo Queiroz. 

Eduardo Queiroz mandou comprovante da sua prestação de contas, durante todo o seu mandato em 2003, inclusive protocolada na Federação Maranhense de Futebol (FMF). 

As prestações de contas são apresentadas no Conselho Fiscal, cujo presidente convoca os demais conselheiros para a apreciação da documentação apresentada. 

Eduardo Queiroz lembrou também da preocupação do Clube, porque com a queda para a Série B do Campeonato Maranhense e sem nenhuma série no Campeonato Brasileiro, as receitas diminuíram e isso podem surgir problemas judiciais para o Clube. Como este não tem patrimônio, a conta pode chegar para os fundadores que estão com os nomes na ata de fundação.

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