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27/01/2022 às 16h58min - Atualizada em 27/01/2022 às 16h58min

Operação Crédito Oculto II: PCGO prende suspeitos de fraudar compra e venda de gado

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão domiciliar.

Divisão de Comunicação – PC/GO
Suspeitos presos durante a operação policial - Foto: Divulgação

  
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Rurais (DERCR), deflagrou, nesta terça-feira (25), a segunda fase da Operação Crédito Oculto. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão domiciliar. As investigações apontaram para uma associação criminosa voltada para a prática de crime de estelionato em Goiás e vários outros Estados. A investigação aponta que o grupo aplicava fraudes envolvendo a compra e revenda de gado.

Após a prisão em flagrante dos investigados Leandro Severino Alves e José Ribamar Pereira Silva, na primeira fase da operação, em dezembro do ano passado, foi apurado que o reeducando Elson Francisco Santos – que estava cumprindo pena na companhia de Leandro Severino e Antonio Varela Fernandes Sobrinho – liderava a associação criminosa especializada em golpes contra empresários, produtores rurais e comerciantes de animais.

Restou apurada ainda a participação de José Ribamar Pereira Silva, responsável por fazer contratos com dados e selo de cartório falsos, juntamente com sua filha Clara Maria Pontes Pereira e seu funcionário Reginaldo Benedito da Silva. Toda movimentação financeira desta associação criminosa foi realizada por indivíduo ainda não identificado, mas sabido ser residente em outro Estado, e que segue sendo investigado pela DERCR.

Tiago Martins Silva, também preso, é suspeito de emprestar sua conta bancária para receber valores ilícitos e auxiliar o investigado Leandro nas visitas às fazendas, a fim de verificar os animais que seriam adquiridos de forma fraudulenta, bem como era responsável por procurar pessoas que quisessem comprar os animais produto de crime. Ao término das diligências, foi dado cumprimento aos mandados de prisão e ainda feito um auto de prisão em flagrante por tráfico de drogas.

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 547/2021 – PC, Despacho da Delegada Titular desta unidade, nº 03 DERCR/DGPC- 13550, e do Despacho do Delegado responsável pelas investigações, especialmente porque visa à identificação de outros eventuais crimes cometidos pelos investigados, bem como surgimento de novas testemunhas e elementos informativos.


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