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23/01/2022 às 12h33min - Atualizada em 23/01/2022 às 12h33min

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Da Redação
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ICTUS: O Prisioneiro Sem Nome

Assuntos que antes eram exclusivos dos livros de distopias, agora, frequentam as páginas da ciência. A humanidade presenciou este fenômeno nos últimos dois anos de modo massivo, com a pandemia do novo coronavírus. E, em muitas vezes, a ficção se confundiu com a realidade. Em “ICTUS: O Prisioneiro Sem Nome”, o escritor Marcelo Marçal vislumbra o amanhã sombrio, mas também transmite uma mensagem de esperança por dias melhores. Marcelo, médico e gestor em saúde, convida o leitor a refletir sobre uma sociedade em que constantes mutações virais transformam a vida de milhões de pessoas. Ele apresenta o mundo pós-pandêmico, no ano de 2027, no qual o vírus ainda é uma ameaça. Uma história em que as pessoas precisarão comprovar a higidez para ter acesso às necessidades básicas. Esse passaporte para “viver” é dado por um sistema chamado Hope, um scanner viral altamente tecnológico desenvolvido pela empresa SafeLife. A detenção exclusiva desta tecnologia em escala mundial pela empresa privou os menos favorecidos e criou uma espécie de casta de excluídos sanitários. O protagonista é um advogado criminalista procurado por um militar para defender um condenado em um caso altamente sigiloso. Ele se envolve em uma história cheia de mistérios e em uma conspiração que vai além da liberdade de um injustiçado. Em meio a ação, reviravoltas e a revelação do pior do ser humano, o autor – que atuou na linha de frente do combate do coronavírus – passa uma mensagem positiva em uma trama intensa. É a esperança encontrada na literatura para a realidade do “novo mundo” e de dias melhores. Com 256 páginas, o livro é da Editora Labrador.
 

1984

“1984” é um dos mais importantes romances de ficção científica do Século XX. Publicada originalmente em 1949, poucos meses antes da morte do autor, George Orwell, essa sátira política ambientada em uma distopia futurista influencia a literatura até hoje. Nesta obra magistral, o leitor acompanha o drama de Winston Smith, um funcionário do Ministério da Verdade, parte do governo do superestado da Oceania — que inclui as Américas, a Austrália, a Inglaterra e o sul da África. O estado totalitário comandado pela figura mítica do Grande Irmão controla todos os aspectos da vida de seus cidadãos. No entanto, Smith odeia secretamente o Partido e deseja se rebelar contra o sistema. “1984” foi escolhido pela revista “Time” como um dos cem melhores romances de língua inglesa e garantiu seu lugar como um clássico da literatura moderna. A obra se afirma como uma valiosa reflexão sobre os malefícios do totalitarismo. O livro tem 288 páginas e é da Editora Edipro.
 

Evidências de uma Traição

“Evidências de uma Traição” é uma novela da autora best-seller Taylor Jenkins Reid que explora a complexa natureza das relações humanas e as consequências imprevisíveis de uma traição. “Querido estranho”... Uma jovem desesperada no sul da Califórnia se senta para escrever uma carta para um homem que ela nunca conheceu – uma escolha que mudará sua vida para sempre. “Meu coração te pertence, David. Mesmo sabendo que eu não te conheço”... Pouco a pouco, a correspondência entre Carrie Allsop e David Mayer revela os detalhes de um caso devastador entre seus cônjuges. Ao longo das cartas, eles confessam seus medos e compartilham sentimentos escondidos no fundo de suas almas, tentando decidir como seguir em frente. Contada inteiramente por meio de cartas, “Evidências de uma Traição” é uma história de decepções, mágoas e segredos, mas também de perdão e recomeços, e de como, no caso de algumas pessoas, a dor pode libertar. Disponível em e-book pela Editora Paralela.
 

As Vozes da Metrópole

“As Vozes da Metrópole” joga luz sobre a produção literária, poética e jornalística dos escritores que foram protagonistas e testemunhas dos anos loucos cariocas. Cenário de “Metrópole” à beira-mar, o Rio dos anos de 1920 estava em ebulição e já era moderno na arquitetura, na música, nas artes plásticas, no pensamento, nos costumes – e, é claro, na literatura. Dividido em frases, crônicas, reportagens, trechos de romances, poemas e provocações, o livro reúne cerca de quarenta autores, desde os mais conhecidos, como Murilo Mendes, Lima Barreto e João do Rio, até nomes que tiveram edições restritas ou que estão fora de circulação há décadas, a exemplo de Adelino Magalhães, Mercedes Dantas e Romeu de Avellar. Eis aqui uma amostra irresistível do que foi feito num Rio que mudou a história – organizada por quem conhece a cidade como ninguém. De Ruy Castro, o livro tem 464 páginas e é da Editora Companhia das Letras.

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